No século 18, a partir da Revolução Francesa de 1789, apoiada pelas novas noções de cidadania surgidas, houve a ampliação do caráter público das coleções e a abertura de museus como o Museu Louvre (França), o Museu Britânico (Inglaterra), o Museu Nacional de Ciências de Madri (Espanha), entre outros, que além de reunir coleções passaram a admitir o acesso do público. Em relação à preocupação dos museus no século 18 e 19 com a instrução ou educação do público, é possível afirmar que:
O movimento da Nova Museologia teve como foco o questionamento acerca do papel e das responsabilidades das instituições culturais frente às transformações e problemas presentes na sociedade e deu impulso a transformações que representaram novos paradigmas de atuação profissional, dos quais pode-se destacar:
Pensar a acessibilidade em museus é uma atividade intrínseca à profissão do museólogo, em todas
as suas áreas de atuação, incluindo no design da exposição. O desenho universal, que é de fácil
compreensão, independentemente de experiência, nível de formação, conhecimento do idioma ou
capacidade de concentração do usuário, é denominado como princípio de
O museu deve manter registros de cada item do acervo e atualizá-los toda vez que o objeto for
examinado ou usado. Os registros podem servir de base para a pesquisa, o acesso do público,
exibições, educação, desenvolvimento da coleção, gestão de acervo e segurança. A ferramenta do
IBRAM que normatizada esta prática é o
O histórico dos museus no Brasil é rico e diversificado, refletindo a evolução da cultura e da
sociedade brasileira ao longo dos séculos. Sobre o tema, é correto afirmar que
Sobre a gestão de pessoal, mesmo que o museu conte com um pessoal especializado em recursos
humanos, é essencial que toda a equipe de nível mais elevado entenda os fundamentos da liderança
e da boa gestão de pessoal. Pode-se afirmar, ainda, sobre essas práticas que
Segundo Herreman (2015), no livro “Como gerir um Museu”, a verificação, pelo ponto de vista do
visitante, é um método por meio do qual o museu monitora e avalia os padrões e as disposições que
pratica. As evidências coletadas ajudarão a priorizar as suas ações no futuro. A avaliação é o
mecanismo para checar e apurar processos, consequências e resultados, e pode acontecer em
diversas fases de uma série particular de ações, dentre elas:
Uma estratégia básica de preservação, que é amplamente aplicada em museus e instituições
culturais, envolve a combinação de várias práticas e medidas para proteger o patrimônio cultural e
garantir sua sobrevivência ao longo do tempo. Faz, ainda, parte desta estratégia