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Nas regiões subtropicais, a circulação na camada superficial do oceano (entre a superfície e a base da termoclina permanente) é caraterizada por grandes giros anticiclônicos (giros subtropicais) e é forçada, principalmente, pelas tensões de vento na superfície. Em relação à circulação nos giros oceânicos subtropicais, julgue o item abaixo.
As ACAS formadas na região da convergência subtropical circulam no oceano Atlântico Sul como parte do giro subtropical.
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Nas regiões subtropicais, a circulação na camada superficial do oceano (entre a superfície e a base da termoclina permanente) é caraterizada por grandes giros anticiclônicos (giros subtropicais) e é forçada, principalmente, pelas tensões de vento na superfície. Em relação à circulação nos giros oceânicos subtropicais, julgue o item abaixo.
A intensificação das correntes de borda oeste deve-se à variação meridional da vorticidade planetária.
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Nas regiões subtropicais, a circulação na camada superficial do oceano (entre a superfície e a base da termoclina permanente) é caraterizada por grandes giros anticiclônicos (giros subtropicais) e é forçada, principalmente, pelas tensões de vento na superfície. Em relação à circulação nos giros oceânicos subtropicais, julgue o item abaixo.
As maiores velocidades observadas na Corrente do Golfo, em comparação com a Corrente do Brasil, devem-se, principalmente, às diferenças na intensidade dos ventos e na geometria das bacias oceânicas nas quais essas duas correntes ocorrem.
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A razão pela qual oceanógrafos se preocupam em utilizar as equações geostróficas para determinar correntes é que medições diretas de correntes oceânicas em quantidade suficiente são tecnicamente difíceis e caras.
Em águas rasas, um navio pode ancorar e baixar um ou mais correntógrafos para medir correntes em diferentes profundidades. Contudo, esse procedimento fornece informações apenas a respeito do ponto no qual o navio está ancorado.
O método geostrófico para calcular correntes requer informações acerca da distribuição de densidade no oceano. É mais fácil obter essa informação a partir de medidas de temperatura e de salinidade que medir correntes diretamente. O método apresenta diversas desvantagens, mas, quando utilizado de forma inteligente e em paralelo com outras informações, pode ser muito útil. Na verdade, a maior parte do conhecimento acerca da circulação oceânica abaixo da superfície foi obtida dessa forma.
S. Pond e G. L. Pickard. Introductory dynamical oceanography.
Oxford: Pergamon Press. 2.ª ed. 1986, p. 329 (com adaptações).
Com base no texto acima e considerando que, ainda hoje, mesmo com o aparecimento de modernas técnicas de medição, o conhecimento das equações geostróficas, de sua validade e de sua aplicação são de extrema importância para o oceanógrafo, julgue o item que se segue.
Segundo a teoria geostrófica, pode-se demonstrar que a variação na elevação da superfície do mar ao longo da direção transversal ao sentido de propagação de uma corrente de contorno oeste — por exemplo, as correntes do Golfo e do Brasil — é da ordem de um metro.
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A razão pela qual oceanógrafos se preocupam em utilizar as equações geostróficas para determinar correntes é que medições diretas de correntes oceânicas em quantidade suficiente são tecnicamente difíceis e caras.
Em águas rasas, um navio pode ancorar e baixar um ou mais correntógrafos para medir correntes em diferentes profundidades. Contudo, esse procedimento fornece informações apenas a respeito do ponto no qual o navio está ancorado.
O método geostrófico para calcular correntes requer informações acerca da distribuição de densidade no oceano. É mais fácil obter essa informação a partir de medidas de temperatura e de salinidade que medir correntes diretamente. O método apresenta diversas desvantagens, mas, quando utilizado de forma inteligente e em paralelo com outras informações, pode ser muito útil. Na verdade, a maior parte do conhecimento acerca da circulação oceânica abaixo da superfície foi obtida dessa forma.
S. Pond e G. L. Pickard. Introductory dynamical oceanography.
Oxford: Pergamon Press. 2.ª ed. 1986, p. 329 (com adaptações).
Com base no texto acima e considerando que, ainda hoje, mesmo com o aparecimento de modernas técnicas de medição, o conhecimento das equações geostróficas, de sua validade e de sua aplicação são de extrema importância para o oceanógrafo, julgue o item que se segue.
Escoamentos geostróficos em fluido homogêneo apresentam rigidez vertical e sua direção de propagação é limitada pela batimetria de fundo.
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A razão pela qual oceanógrafos se preocupam em utilizar as equações geostróficas para determinar correntes é que medições diretas de correntes oceânicas em quantidade suficiente são tecnicamente difíceis e caras.
Em águas rasas, um navio pode ancorar e baixar um ou mais correntógrafos para medir correntes em diferentes profundidades. Contudo, esse procedimento fornece informações apenas a respeito do ponto no qual o navio está ancorado.
O método geostrófico para calcular correntes requer informações acerca da distribuição de densidade no oceano. É mais fácil obter essa informação a partir de medidas de temperatura e de salinidade que medir correntes diretamente. O método apresenta diversas desvantagens, mas, quando utilizado de forma inteligente e em paralelo com outras informações, pode ser muito útil. Na verdade, a maior parte do conhecimento acerca da circulação oceânica abaixo da superfície foi obtida dessa forma.
S. Pond e G. L. Pickard. Introductory dynamical oceanography.
Oxford: Pergamon Press. 2.ª ed. 1986, p. 329 (com adaptações).
Com base no texto acima e considerando que, ainda hoje, mesmo com o aparecimento de modernas técnicas de medição, o conhecimento das equações geostróficas, de sua validade e de sua aplicação são de extrema importância para o oceanógrafo, julgue o item que se segue.
A determinação do cizalhamento vertical em correntes geostróficas depende do cálculo das componentes baroclínica e barotrópica.
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A razão pela qual oceanógrafos se preocupam em utilizar as equações geostróficas para determinar correntes é que medições diretas de correntes oceânicas em quantidade suficiente são tecnicamente difíceis e caras.
Em águas rasas, um navio pode ancorar e baixar um ou mais correntógrafos para medir correntes em diferentes profundidades. Contudo, esse procedimento fornece informações apenas a respeito do ponto no qual o navio está ancorado.
O método geostrófico para calcular correntes requer informações acerca da distribuição de densidade no oceano. É mais fácil obter essa informação a partir de medidas de temperatura e de salinidade que medir correntes diretamente. O método apresenta diversas desvantagens, mas, quando utilizado de forma inteligente e em paralelo com outras informações, pode ser muito útil. Na verdade, a maior parte do conhecimento acerca da circulação oceânica abaixo da superfície foi obtida dessa forma.
S. Pond e G. L. Pickard. Introductory dynamical oceanography.
Oxford: Pergamon Press. 2.ª ed. 1986, p. 329 (com adaptações).
Com base no texto acima e considerando que, ainda hoje, mesmo com o aparecimento de modernas técnicas de medição, o conhecimento das equações geostróficas, de sua validade e de sua aplicação são de extrema importância para o oceanógrafo, julgue o item que se segue.
Escoamentos geostróficos são paralelos às isóbaras.
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A razão pela qual oceanógrafos se preocupam em utilizar as equações geostróficas para determinar correntes é que medições diretas de correntes oceânicas em quantidade suficiente são tecnicamente difíceis e caras.
Em águas rasas, um navio pode ancorar e baixar um ou mais correntógrafos para medir correntes em diferentes profundidades. Contudo, esse procedimento fornece informações apenas a respeito do ponto no qual o navio está ancorado.
O método geostrófico para calcular correntes requer informações acerca da distribuição de densidade no oceano. É mais fácil obter essa informação a partir de medidas de temperatura e de salinidade que medir correntes diretamente. O método apresenta diversas desvantagens, mas, quando utilizado de forma inteligente e em paralelo com outras informações, pode ser muito útil. Na verdade, a maior parte do conhecimento acerca da circulação oceânica abaixo da superfície foi obtida dessa forma.
S. Pond e G. L. Pickard. Introductory dynamical oceanography.
Oxford: Pergamon Press. 2.ª ed. 1986, p. 329 (com adaptações).
Com base no texto acima e considerando que, ainda hoje, mesmo com o aparecimento de modernas técnicas de medição, o conhecimento das equações geostróficas, de sua validade e de sua aplicação são de extrema importância para o oceanógrafo, julgue o item que se segue.
O equilíbrio geostrófico é válido para o caso em que o número de Rossby característico do escoamento é muito maior que um.
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Com base na teoria de Ekman, julgue o item a seguir.
O aparecimento das Águas Centrais do Atlântico Sul (ACAS) em superfície na região de Cabo Frio não pode estar relacionado a um processo de ressurgência forçada pelo vento, uma vez que a profundidade de ocorrência das ACAS nessa região (cerca de 300 m) é superior à profundidade da camada de Ekman.
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Com base na teoria de Ekman, julgue o item a seguir.
Movimentos verticais na base da camada de Ekman (ressurgência ou subsidência) nos oceanos estão associados ao rotacional das tensões de vento na superfície.
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