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ONU irá votar resolução para proteger Estreito de Hormuz; China ameaça veto
Do UOL, em São Paulo, 03/04/2026 03h55
1 O Conselho de Segurança da ONU deve votar amanhã uma resolução do Bahrein para proteger a navegação no Estreito de Hormuz, enquanto a China articula veto contra o uso da força.
O que aconteceu
2 A votação foi remarcada para a manhã de sábado. Diplomatas afirmam que a mudança ocorreu porque sexta-feira é feriado na ONU, adiando a decisão dos 15 membros do conselho.
3 O documento autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger os navios comerciais. A medida valeria por pelo menos seis meses, segundo o rascunho da resolução finalizada pelo Bahrein, que preside o conselho.
A China, que tem poder de veto, se opõe à autorização do uso da força. O embaixador chinês, Fu Cong, criticou a proposta. "Isso legitima o uso ilegal da força, o que inevitavelmente levaria a uma escalada e a consequências graves", disse.
4 O Bahrein retirou referências à aplicação obrigatória de força para tentar evitar rejeições. Mesmo assim, China, França e Rússia romperam o procedimento de silêncio. Apesar disso, os diplomatas finalizaram o rascunho para votação no plenário.
5 A aprovação exige pelo menos nove votos a favor. Além disso, a resolução não pode receber vetos dos cinco membros permanentes: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.
Crise no estreito e petróleo
6 Os preços do petróleo dispararam desde o fim de fevereiro. A alta começou depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, em um conflito que já dura mais de um mês e bloqueou a principal rota marítima da região.
7 O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu continuar os ataques contra o Irã. Ele não apresentou, no entanto, um plano para reabrir o estreito, o que aumentou o temor de que os EUA não garantam a passagem segura dos navios.
Repercussão
8 O ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, cobrou uma ação enérgica. Ele classificou a ação do Irã como uma tentativa ilegal de controlar a navegação e pediu uma "posição unificada" do conselho.
9 A proposta tem forte apoio internacional. A Liga Árabe apoia a resolução do Bahrein. O Reino Unido também endossa o texto, após reunir mais de 40 países para discutir a passagem segura na região.
Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/04/03/onu-resolucao-bahreinestreito-de-ormuz.ghtm
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ONU irá votar resolução para proteger Estreito de Hormuz; China ameaça veto
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1 O Conselho de Segurança da ONU deve votar amanhã uma resolução do Bahrein para proteger a navegação no Estreito de Hormuz, enquanto a China articula veto contra o uso da força.
O que aconteceu
2 A votação foi remarcada para a manhã de sábado. Diplomatas afirmam que a mudança ocorreu porque sexta-feira é feriado na ONU, adiando a decisão dos 15 membros do conselho.
3 O documento autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger os navios comerciais. A medida valeria por pelo menos seis meses, segundo o rascunho da resolução finalizada pelo Bahrein, que preside o conselho.
A China, que tem poder de veto, se opõe à autorização do uso da força. O embaixador chinês, Fu Cong, criticou a proposta. "Isso legitima o uso ilegal da força, o que inevitavelmente levaria a uma escalada e a consequências graves", disse.
4 O Bahrein retirou referências à aplicação obrigatória de força para tentar evitar rejeições. Mesmo assim, China, França e Rússia romperam o procedimento de silêncio. Apesar disso, os diplomatas finalizaram o rascunho para votação no plenário.
5 A aprovação exige pelo menos nove votos a favor. Além disso, a resolução não pode receber vetos dos cinco membros permanentes: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.
Crise no estreito e petróleo
6 Os preços do petróleo dispararam desde o fim de fevereiro. A alta começou depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, em um conflito que já dura mais de um mês e bloqueou a principal rota marítima da região.
7 O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu continuar os ataques contra o Irã. Ele não apresentou, no entanto, um plano para reabrir o estreito, o que aumentou o temor de que os EUA não garantam a passagem segura dos navios.
Repercussão
8 O ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, cobrou uma ação enérgica. Ele classificou a ação do Irã como uma tentativa ilegal de controlar a navegação e pediu uma "posição unificada" do conselho.
9 A proposta tem forte apoio internacional. A Liga Árabe apoia a resolução do Bahrein. O Reino Unido também endossa o texto, após reunir mais de 40 países para discutir a passagem segura na região.
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ONU irá votar resolução para proteger Estreito de Hormuz; China ameaça veto
Do UOL, em São Paulo, 03/04/2026 03h55
1 O Conselho de Segurança da ONU deve votar amanhã uma resolução do Bahrein para proteger a navegação no Estreito de Hormuz, enquanto a China articula veto contra o uso da força.
O que aconteceu
2 A votação foi remarcada para a manhã de sábado. Diplomatas afirmam que a mudança ocorreu porque sexta-feira é feriado na ONU, adiando a decisão dos 15 membros do conselho.
3 O documento autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger os navios comerciais. A medida valeria por pelo menos seis meses, segundo o rascunho da resolução finalizada pelo Bahrein, que preside o conselho.
A China, que tem poder de veto, se opõe à autorização do uso da força. O embaixador chinês, Fu Cong, criticou a proposta. "Isso legitima o uso ilegal da força, o que inevitavelmente levaria a uma escalada e a consequências graves", disse.
4 O Bahrein retirou referências à aplicação obrigatória de força para tentar evitar rejeições. Mesmo assim, China, França e Rússia romperam o procedimento de silêncio. Apesar disso, os diplomatas finalizaram o rascunho para votação no plenário.
5 A aprovação exige pelo menos nove votos a favor. Além disso, a resolução não pode receber vetos dos cinco membros permanentes: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.
Crise no estreito e petróleo
6 Os preços do petróleo dispararam desde o fim de fevereiro. A alta começou depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, em um conflito que já dura mais de um mês e bloqueou a principal rota marítima da região.
7 O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu continuar os ataques contra o Irã. Ele não apresentou, no entanto, um plano para reabrir o estreito, o que aumentou o temor de que os EUA não garantam a passagem segura dos navios.
Repercussão
8 O ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, cobrou uma ação enérgica. Ele classificou a ação do Irã como uma tentativa ilegal de controlar a navegação e pediu uma "posição unificada" do conselho.
9 A proposta tem forte apoio internacional. A Liga Árabe apoia a resolução do Bahrein. O Reino Unido também endossa o texto, após reunir mais de 40 países para discutir a passagem segura na região.
Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/04/03/onu-resolucao-bahreinestreito-de-ormuz.ghtm
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Do UOL, em São Paulo, 03/04/2026 03h55
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O que aconteceu
2 A votação foi remarcada para a manhã de sábado. Diplomatas afirmam que a mudança ocorreu porque sexta-feira é feriado na ONU, adiando a decisão dos 15 membros do conselho.
3 O documento autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger os navios comerciais. A medida valeria por pelo menos seis meses, segundo o rascunho da resolução finalizada pelo Bahrein, que preside o conselho.
A China, que tem poder de veto, se opõe à autorização do uso da força. O embaixador chinês, Fu Cong, criticou a proposta. "Isso legitima o uso ilegal da força, o que inevitavelmente levaria a uma escalada e a consequências graves", disse.
4 O Bahrein retirou referências à aplicação obrigatória de força para tentar evitar rejeições. Mesmo assim, China, França e Rússia romperam o procedimento de silêncio. Apesar disso, os diplomatas finalizaram o rascunho para votação no plenário.
5 A aprovação exige pelo menos nove votos a favor. Além disso, a resolução não pode receber vetos dos cinco membros permanentes: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.
Crise no estreito e petróleo
6 Os preços do petróleo dispararam desde o fim de fevereiro. A alta começou depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, em um conflito que já dura mais de um mês e bloqueou a principal rota marítima da região.
7 O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu continuar os ataques contra o Irã. Ele não apresentou, no entanto, um plano para reabrir o estreito, o que aumentou o temor de que os EUA não garantam a passagem segura dos navios.
Repercussão
8 O ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, cobrou uma ação enérgica. Ele classificou a ação do Irã como uma tentativa ilegal de controlar a navegação e pediu uma "posição unificada" do conselho.
9 A proposta tem forte apoio internacional. A Liga Árabe apoia a resolução do Bahrein. O Reino Unido também endossa o texto, após reunir mais de 40 países para discutir a passagem segura na região.
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ONU irá votar resolução para proteger Estreito de Hormuz; China ameaça veto
Do UOL, em São Paulo, 03/04/2026 03h55
1 O Conselho de Segurança da ONU deve votar amanhã uma resolução do Bahrein para proteger a navegação no Estreito de Hormuz, enquanto a China articula veto contra o uso da força.
O que aconteceu
2 A votação foi remarcada para a manhã de sábado. Diplomatas afirmam que a mudança ocorreu porque sexta-feira é feriado na ONU, adiando a decisão dos 15 membros do conselho.
3 O documento autoriza "todos os meios defensivos necessários" para proteger os navios comerciais. A medida valeria por pelo menos seis meses, segundo o rascunho da resolução finalizada pelo Bahrein, que preside o conselho.
A China, que tem poder de veto, se opõe à autorização do uso da força. O embaixador chinês, Fu Cong, criticou a proposta. "Isso legitima o uso ilegal da força, o que inevitavelmente levaria a uma escalada e a consequências graves", disse.
4 O Bahrein retirou referências à aplicação obrigatória de força para tentar evitar rejeições. Mesmo assim, China, França e Rússia romperam o procedimento de silêncio. Apesar disso, os diplomatas finalizaram o rascunho para votação no plenário.
5 A aprovação exige pelo menos nove votos a favor. Além disso, a resolução não pode receber vetos dos cinco membros permanentes: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.
Crise no estreito e petróleo
6 Os preços do petróleo dispararam desde o fim de fevereiro. A alta começou depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, em um conflito que já dura mais de um mês e bloqueou a principal rota marítima da região.
7 O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu continuar os ataques contra o Irã. Ele não apresentou, no entanto, um plano para reabrir o estreito, o que aumentou o temor de que os EUA não garantam a passagem segura dos navios.
Repercussão
8 O ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, cobrou uma ação enérgica. Ele classificou a ação do Irã como uma tentativa ilegal de controlar a navegação e pediu uma "posição unificada" do conselho.
9 A proposta tem forte apoio internacional. A Liga Árabe apoia a resolução do Bahrein. O Reino Unido também endossa o texto, após reunir mais de 40 países para discutir a passagem segura na região.
Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/04/03/onu-resolucao-bahreinestreito-de-ormuz.ghtm
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Foguete não tem ré? Como vai ser a volta dos astronautas da Artemis à Terra
De Tilt, em São Paulo
02/04/2026 16h21
- A missão Artemis 2 partiu com sucesso ontem do Cabo Canaveral, na Flórida (EUA). Com duração total de dez
dias, os astronautas devem ter uma volta à Terra cheia de desafios.
O que aconteceu
No sétimo dia (7 de abril) da missão, a espaçonave começa o retorno à Terra. Segundo o planejamento da Nasa, após completar o voo orbital ao redor da Lua, o módulo de serviço da espaçonave Orion começa a direcionar a cápsula em direção à Terra.
- Até a proximidade com a Terra, a equipe faz correções no caminho. Nesse meio tempo, por exemplo, a
tripulação simula proteção contra radiação e testa modos de manobra da Orion com diferentes configurações
de propulsores.
No nono dia (9 de abril), começa a preparação para a volta e checagens finais. Os astronautas vestem uma roupa de compressão para ajudar o corpo a lidar com a volta à gravidade após dias na microgravidade, além de travar e organizar a cabine para o retorno.
- No décimo dia (10 de abril), a Orion reentra na atmosfera e faz a "amerrisagem" (pouso no mar). Antes de entrar, ela se livra do módulo de serviço e a missão atinge um momento crítico, pois a cápsula atingirá a velocidade de 40 mil km/h na alta atmosfera. A temperatura fora chega a mais de 2.800°C (a cápsula é protegida por um escudo térmico), enquanto lá dentro a temperatura é de 23°C.
- Os paraquedas são acionados para reduzira velocidade. De 40 mil km/h, a cápsula atinge velocidade de cerca de 30 km/h e cai no Oceano Pacífico, próximo à cidade de San Diego, na Califórnia (EUA). A Nasa estima que o pouso ocorra por volta das 20h (horário de Brasília) do dia 10 de abril.
- Um navio equipado como um hospital aguarda os astronautas. Além disso, quatro helicópteros e barcos menores ficam na costa preparados para resgatá-los. Uma equipe da Nasa acompanha a trajetória da cápsula para estipular o local onde vai cair. Depois de três minutos da queda da cápsula, há aproximação e a abertura da escotilha para avaliar os astronautas e retirá-los de lá.
- Nos primeiros momentos na Terra, os astronautas ficam apenas deitados. Por estarem muito tempo na microgravidade, levam um tempo para se adaptar à gravidade da Terra. Eles passarão por vários exames e ficarão alguns dias em observação e passarão por reabilitação física — após dez dias na microgravidade, perdem força e precisam se acostumar a voltar a andar e ter equilíbrio.
Extraído de: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/04/02/como-vai-ser-a-volta-artemis-2.ghtm
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Foguete não tem ré? Como vai ser a volta dos astronautas da Artemis à Terra
De Tilt, em São Paulo
02/04/2026 16h21
- A missão Artemis 2 partiu com sucesso ontem do Cabo Canaveral, na Flórida (EUA). Com duração total de dez
dias, os astronautas devem ter uma volta à Terra cheia de desafios.
O que aconteceu
No sétimo dia (7 de abril) da missão, a espaçonave começa o retorno à Terra. Segundo o planejamento da Nasa, após completar o voo orbital ao redor da Lua, o módulo de serviço da espaçonave Orion começa a direcionar a cápsula em direção à Terra.
- Até a proximidade com a Terra, a equipe faz correções no caminho. Nesse meio tempo, por exemplo, a
tripulação simula proteção contra radiação e testa modos de manobra da Orion com diferentes configurações
de propulsores.
No nono dia (9 de abril), começa a preparação para a volta e checagens finais. Os astronautas vestem uma roupa de compressão para ajudar o corpo a lidar com a volta à gravidade após dias na microgravidade, além de travar e organizar a cabine para o retorno.
- No décimo dia (10 de abril), a Orion reentra na atmosfera e faz a "amerrisagem" (pouso no mar). Antes de entrar, ela se livra do módulo de serviço e a missão atinge um momento crítico, pois a cápsula atingirá a velocidade de 40 mil km/h na alta atmosfera. A temperatura fora chega a mais de 2.800°C (a cápsula é protegida por um escudo térmico), enquanto lá dentro a temperatura é de 23°C.
- Os paraquedas são acionados para reduzira velocidade. De 40 mil km/h, a cápsula atinge velocidade de cerca de 30 km/h e cai no Oceano Pacífico, próximo à cidade de San Diego, na Califórnia (EUA). A Nasa estima que o pouso ocorra por volta das 20h (horário de Brasília) do dia 10 de abril.
- Um navio equipado como um hospital aguarda os astronautas. Além disso, quatro helicópteros e barcos menores ficam na costa preparados para resgatá-los. Uma equipe da Nasa acompanha a trajetória da cápsula para estipular o local onde vai cair. Depois de três minutos da queda da cápsula, há aproximação e a abertura da escotilha para avaliar os astronautas e retirá-los de lá.
- Nos primeiros momentos na Terra, os astronautas ficam apenas deitados. Por estarem muito tempo na microgravidade, levam um tempo para se adaptar à gravidade da Terra. Eles passarão por vários exames e ficarão alguns dias em observação e passarão por reabilitação física — após dez dias na microgravidade, perdem força e precisam se acostumar a voltar a andar e ter equilíbrio.
Extraído de: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/04/02/como-vai-ser-a-volta-artemis-2.ghtm
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Foguete não tem ré? Como vai ser a volta dos astronautas da Artemis à Terra
De Tilt, em São Paulo
02/04/2026 16h21
- A missão Artemis 2 partiu com sucesso ontem do Cabo Canaveral, na Flórida (EUA). Com duração total de dez
dias, os astronautas devem ter uma volta à Terra cheia de desafios.
O que aconteceu
No sétimo dia (7 de abril) da missão, a espaçonave começa o retorno à Terra. Segundo o planejamento da Nasa, após completar o voo orbital ao redor da Lua, o módulo de serviço da espaçonave Orion começa a direcionar a cápsula em direção à Terra.
- Até a proximidade com a Terra, a equipe faz correções no caminho. Nesse meio tempo, por exemplo, a
tripulação simula proteção contra radiação e testa modos de manobra da Orion com diferentes configurações
de propulsores.
No nono dia (9 de abril), começa a preparação para a volta e checagens finais. Os astronautas vestem uma roupa de compressão para ajudar o corpo a lidar com a volta à gravidade após dias na microgravidade, além de travar e organizar a cabine para o retorno.
- No décimo dia (10 de abril), a Orion reentra na atmosfera e faz a "amerrisagem" (pouso no mar). Antes de entrar, ela se livra do módulo de serviço e a missão atinge um momento crítico, pois a cápsula atingirá a velocidade de 40 mil km/h na alta atmosfera. A temperatura fora chega a mais de 2.800°C (a cápsula é protegida por um escudo térmico), enquanto lá dentro a temperatura é de 23°C.
- Os paraquedas são acionados para reduzira velocidade. De 40 mil km/h, a cápsula atinge velocidade de cerca de 30 km/h e cai no Oceano Pacífico, próximo à cidade de San Diego, na Califórnia (EUA). A Nasa estima que o pouso ocorra por volta das 20h (horário de Brasília) do dia 10 de abril.
- Um navio equipado como um hospital aguarda os astronautas. Além disso, quatro helicópteros e barcos menores ficam na costa preparados para resgatá-los. Uma equipe da Nasa acompanha a trajetória da cápsula para estipular o local onde vai cair. Depois de três minutos da queda da cápsula, há aproximação e a abertura da escotilha para avaliar os astronautas e retirá-los de lá.
- Nos primeiros momentos na Terra, os astronautas ficam apenas deitados. Por estarem muito tempo na microgravidade, levam um tempo para se adaptar à gravidade da Terra. Eles passarão por vários exames e ficarão alguns dias em observação e passarão por reabilitação física — após dez dias na microgravidade, perdem força e precisam se acostumar a voltar a andar e ter equilíbrio.
Extraído de: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/04/02/como-vai-ser-a-volta-artemis-2.ghtm
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Foguete não tem ré? Como vai ser a volta dos astronautas da Artemis à Terra
De Tilt, em São Paulo
02/04/2026 16h21
- A missão Artemis 2 partiu com sucesso ontem do Cabo Canaveral, na Flórida (EUA). Com duração total de dez
dias, os astronautas devem ter uma volta à Terra cheia de desafios.
O que aconteceu
No sétimo dia (7 de abril) da missão, a espaçonave começa o retorno à Terra. Segundo o planejamento da Nasa, após completar o voo orbital ao redor da Lua, o módulo de serviço da espaçonave Orion começa a direcionar a cápsula em direção à Terra.
- Até a proximidade com a Terra, a equipe faz correções no caminho. Nesse meio tempo, por exemplo, a
tripulação simula proteção contra radiação e testa modos de manobra da Orion com diferentes configurações
de propulsores.
No nono dia (9 de abril), começa a preparação para a volta e checagens finais. Os astronautas vestem uma roupa de compressão para ajudar o corpo a lidar com a volta à gravidade após dias na microgravidade, além de travar e organizar a cabine para o retorno.
- No décimo dia (10 de abril), a Orion reentra na atmosfera e faz a "amerrisagem" (pouso no mar). Antes de entrar, ela se livra do módulo de serviço e a missão atinge um momento crítico, pois a cápsula atingirá a velocidade de 40 mil km/h na alta atmosfera. A temperatura fora chega a mais de 2.800°C (a cápsula é protegida por um escudo térmico), enquanto lá dentro a temperatura é de 23°C.
- Os paraquedas são acionados para reduzira velocidade. De 40 mil km/h, a cápsula atinge velocidade de cerca de 30 km/h e cai no Oceano Pacífico, próximo à cidade de San Diego, na Califórnia (EUA). A Nasa estima que o pouso ocorra por volta das 20h (horário de Brasília) do dia 10 de abril.
- Um navio equipado como um hospital aguarda os astronautas. Além disso, quatro helicópteros e barcos menores ficam na costa preparados para resgatá-los. Uma equipe da Nasa acompanha a trajetória da cápsula para estipular o local onde vai cair. Depois de três minutos da queda da cápsula, há aproximação e a abertura da escotilha para avaliar os astronautas e retirá-los de lá.
- Nos primeiros momentos na Terra, os astronautas ficam apenas deitados. Por estarem muito tempo na microgravidade, levam um tempo para se adaptar à gravidade da Terra. Eles passarão por vários exames e ficarão alguns dias em observação e passarão por reabilitação física — após dez dias na microgravidade, perdem força e precisam se acostumar a voltar a andar e ter equilíbrio.
Extraído de: https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2026/04/02/como-vai-ser-a-volta-artemis-2.ghtm
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Foguete não tem ré? Como vai ser a volta dos astronautas da Artemis à Terra
De Tilt, em São Paulo
02/04/2026 16h21
- A missão Artemis 2 partiu com sucesso ontem do Cabo Canaveral, na Flórida (EUA). Com duração total de dez
dias, os astronautas devem ter uma volta à Terra cheia de desafios.
O que aconteceu
No sétimo dia (7 de abril) da missão, a espaçonave começa o retorno à Terra. Segundo o planejamento da Nasa, após completar o voo orbital ao redor da Lua, o módulo de serviço da espaçonave Orion começa a direcionar a cápsula em direção à Terra.
- Até a proximidade com a Terra, a equipe faz correções no caminho. Nesse meio tempo, por exemplo, a
tripulação simula proteção contra radiação e testa modos de manobra da Orion com diferentes configurações
de propulsores.
No nono dia (9 de abril), começa a preparação para a volta e checagens finais. Os astronautas vestem uma roupa de compressão para ajudar o corpo a lidar com a volta à gravidade após dias na microgravidade, além de travar e organizar a cabine para o retorno.
- No décimo dia (10 de abril), a Orion reentra na atmosfera e faz a "amerrisagem" (pouso no mar). Antes de entrar, ela se livra do módulo de serviço e a missão atinge um momento crítico, pois a cápsula atingirá a velocidade de 40 mil km/h na alta atmosfera. A temperatura fora chega a mais de 2.800°C (a cápsula é protegida por um escudo térmico), enquanto lá dentro a temperatura é de 23°C.
- Os paraquedas são acionados para reduzira velocidade. De 40 mil km/h, a cápsula atinge velocidade de cerca de 30 km/h e cai no Oceano Pacífico, próximo à cidade de San Diego, na Califórnia (EUA). A Nasa estima que o pouso ocorra por volta das 20h (horário de Brasília) do dia 10 de abril.
- Um navio equipado como um hospital aguarda os astronautas. Além disso, quatro helicópteros e barcos menores ficam na costa preparados para resgatá-los. Uma equipe da Nasa acompanha a trajetória da cápsula para estipular o local onde vai cair. Depois de três minutos da queda da cápsula, há aproximação e a abertura da escotilha para avaliar os astronautas e retirá-los de lá.
- Nos primeiros momentos na Terra, os astronautas ficam apenas deitados. Por estarem muito tempo na microgravidade, levam um tempo para se adaptar à gravidade da Terra. Eles passarão por vários exames e ficarão alguns dias em observação e passarão por reabilitação física — após dez dias na microgravidade, perdem força e precisam se acostumar a voltar a andar e ter equilíbrio.
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