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4185912 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Marque a alternativa em que a palavra destacada está sendo usada com a concordância correta.
 

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4185911 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Enunciado 4732576-1


CAZO. Semana nacional do trânsito. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-semana-nacional-do-transito/>.


Mantendo o mesmo sentido, na charge acima, a palavra "pela" pode ser substituída corretamente por:
 

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4185910 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Marque a alternativa em que o verbo destacado indica uma ação no futuro.
 

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4185909 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Complete os espaços em branco adequadamente com "a" ou "2". A seguir, marque a sequência correta obtida.
– Estou aqui de janeiro   dezembro para ajudar todos vocês.
– A ONU ofereceu ajuda   população que sofreu com o terremoto.
– Estou me dirigindo   vocês para fazer um convite muito especial.
 

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4185908 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Marque a alternativa que apresenta todos os sinais de pontuação empregados corretamente.
 

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4185907 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Marque a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
 

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4185906 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Bom de ouvido
   Volta e meia a gente encontra alguém que foi alfabetizado, mas não sabe ler. Quer dizer, até domina a técnica de juntar as sílabas e é capaz de distinguir no vidro dianteiro o itinerário de um ônibus. Mas passa longe de livro, revista, material impresso em geral. Gente que diz que não curte ler.
    Esquisito mesmo. Sei lá, nesses casos, sempre acho que é como se a pessoa estivesse dizendo que não curte namorar. Talvez nunca tenha tido a chance de descobrir como é gostoso. Nem nunca tenha parado para pensar que, se teve alguma experiência desastrosa em um namoro (ou em uma leitura), isso não quer dizer que todas vão ser assim. É só trocar de namorado ou namorada. Ou de livro. De repente, pode descobrir delícias que nem imaginava, gostosuras fantásticas, prazeres incríveis. Ninguém devia ser obrigado a namorar quem não quer. Ou ler o que não tem vontade. E todo mundo devia ter a oportunidade de experimentar um bocado nessa área, até descobrir qual é a sua. (...)
MACHADO, Ana Maria. Comédias para se ler na escolaDisponível em <https://daffy.ufs.br/uploads/page_attach/path/7737/PO
RTUGU_S_9ANO.1.pdf>.
"Volta e meia a gente encontra alguém que foi alfabetizado, mas não sabe ler."

O trecho acima significa o mesmo que:
 

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4185905 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Bom de ouvido
   Volta e meia a gente encontra alguém que foi alfabetizado, mas não sabe ler. Quer dizer, até domina a técnica de juntar as sílabas e é capaz de distinguir no vidro dianteiro o itinerário de um ônibus. Mas passa longe de livro, revista, material impresso em geral. Gente que diz que não curte ler.
    Esquisito mesmo. Sei lá, nesses casos, sempre acho que é como se a pessoa estivesse dizendo que não curte namorar. Talvez nunca tenha tido a chance de descobrir como é gostoso. Nem nunca tenha parado para pensar que, se teve alguma experiência desastrosa em um namoro (ou em uma leitura), isso não quer dizer que todas vão ser assim. É só trocar de namorado ou namorada. Ou de livro. De repente, pode descobrir delícias que nem imaginava, gostosuras fantásticas, prazeres incríveis. Ninguém devia ser obrigado a namorar quem não quer. Ou ler o que não tem vontade. E todo mundo devia ter a oportunidade de experimentar um bocado nessa área, até descobrir qual é a sua. (...)
MACHADO, Ana Maria. Comédias para se ler na escolaDisponível em <https://daffy.ufs.br/uploads/page_attach/path/7737/PO
RTUGU_S_9ANO.1.pdf>.
"(...) é capaz de distinguir no vidro dianteiro o itinerário de um ônibus."

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
 

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4185904 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Taiúva-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Bom de ouvido
   Volta e meia a gente encontra alguém que foi alfabetizado, mas não sabe ler. Quer dizer, até domina a técnica de juntar as sílabas e é capaz de distinguir no vidro dianteiro o itinerário de um ônibus. Mas passa longe de livro, revista, material impresso em geral. Gente que diz que não curte ler.
    Esquisito mesmo. Sei lá, nesses casos, sempre acho que é como se a pessoa estivesse dizendo que não curte namorar. Talvez nunca tenha tido a chance de descobrir como é gostoso. Nem nunca tenha parado para pensar que, se teve alguma experiência desastrosa em um namoro (ou em uma leitura), isso não quer dizer que todas vão ser assim. É só trocar de namorado ou namorada. Ou de livro. De repente, pode descobrir delícias que nem imaginava, gostosuras fantásticas, prazeres incríveis. Ninguém devia ser obrigado a namorar quem não quer. Ou ler o que não tem vontade. E todo mundo devia ter a oportunidade de experimentar um bocado nessa área, até descobrir qual é a sua. (...)
MACHADO, Ana Maria. Comédias para se ler na escolaDisponível em <https://daffy.ufs.br/uploads/page_attach/path/7737/PO
RTUGU_S_9ANO.1.pdf>.
A autora do texto "Bom de ouvido" desenvolve uma comparação entre o ato de:
 

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4185793 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. São José Divino-PI
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A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO 

Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente.

O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante.

Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes.

Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.

Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade.

Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.

No trecho “nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido do texto, por:
 

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