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Leia o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01 - Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou ‘dramaticamente’ no planeta Terra
Catherine Heathwood
BBC World Service - 19 fevereiro de 2026
A maioria das pessoas acha que o céu azul é algo garantido. Mas essa cor já pode ter sido bem diferente ao longo da história da
Terra, e cientistas dizem que ela pode mudar outra vez.
Existem dois fatores principais que fazem o céu parecer azul durante o dia, segundo Finn Burridge, divulgador científico do
Observatório Real de Greenwich (Reino Unido).
“O primeiro é o Sol”, explica. “A luz solar normal é branca, o que significa que contém todas as cores do arco-íris: vermelhos,
amarelos, verdes e azuis.”
O segundo fator é a composição da atmosfera. O céu contém enormes quantidades de partículas minúsculas, como nitrogênio,
além de oxigênio e vapor d'água, que espalham a luz em todas as direções, afirma Burridge.
A luz azul tem comprimento de onda menor do que a maioria das outras cores e é mais dispersada, preenchendo o céu com essa
tonalidade.
Esse processo é conhecido como dispersão de Rayleigh, em referência a Lord Rayleigh (1842–1919), físico britânico que
desenvolveu a teoria na década de 1870.
Ao nascer e ao pôr do Sol, a luz solar precisa atravessar uma porção muito maior da atmosfera, porque o Sol está mais baixo no
horizonte.
A luz azul é então dispersada com tanta intensidade que é desviada para longe de nós. Restam os tons de vermelho e laranja,
menos dispersados, que alcançam nossos olhos e produzem os céus que vemos.
O céu azul brilhante da Terra é único no Sistema Solar, afirma Burridge, do Observatório Real de Greenwich.
Embora alguns planetas, como Júpiter, sejam considerados como tendo uma camada superior levemente azulada semelhante
à da Terra, a tonalidade é muito menos intensa.
Por estar mais distante do Sol, Júpiter recebe apenas cerca de 4% da luz solar que chega à Terra. “Por isso, não se tem aquele
azul forte e bonito que vemos aqui”, explica Burridge.
Em outros planetas, o cenário é completamente diferente.
Marte tem uma atmosfera fina, o que faz com que a dispersão de Rayleigh ocorra de forma limitada. Em vez disso, as
numerosas partículas de poeira, maiores do que o nitrogênio e o oxigênio presentes na atmosfera terrestre, espalham a luz de outra
maneira.
Esse fenômeno é chamado de “espalhamento Mie” e resulta em um céu avermelhado ou amarelado, com pores de sol
azulados.
O céu azul que conhecemos hoje é um fenômeno relativamente recente na longa história da Terra.
Embora não seja possível saber com certeza como era o céu no passado, cientistas estimam que sua cor pode ter variado
conforme os gases presentes na atmosfera em cada período.
Quando a Terra se formou, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a sua superfície era em grande parte composta por material
fundido. À medida que o planeta esfriou, uma hipótese indica que a atmosfera primitiva era formada principalmente por gases
liberados por erupções vulcânicas e outras atividades geológicas — como dióxido de carbono e nitrogênio, além de pequenas
quantidades de metano, com pouquíssimo oxigênio presente.
Com o tempo, a vida surgiu na forma de bactérias ancestrais, que passaram a liberar grandes quantidades de metano na
atmosfera. A luz solar que incidia sobre esse metano o transformava em compostos orgânicos mais complexos, formando névoas
alaranjadas no céu, semelhantes à poluição atmosférica.
Uma mudança significativa ocorreu há cerca de 2,4 bilhões de anos, durante o chamado “Grande Evento da Oxidação”,
quando os organismos primitivos conhecidos como cianobactérias passaram a realizar fotossíntese, convertendo a luz solar em energia
e liberando grandes quantidades de oxigênio.
O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera, eliminando gradualmente as névoas de metano. Com a
consolidação de uma atmosfera semelhante à atual, o céu passou a apresentar a coloração azul observada hoje.
[...]
Fonte: HEATHWOOD, Catherine. Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou 'dramaticamente' no planeta Terra. BBC News Brasil, 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg125pxgq0o. Acesso em: 13 maio 2026.
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Leia o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01 - Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou ‘dramaticamente’ no planeta Terra
Catherine Heathwood
BBC World Service - 19 fevereiro de 2026
A maioria das pessoas acha que o céu azul é algo garantido. Mas essa cor já pode ter sido bem diferente ao longo da história da
Terra, e cientistas dizem que ela pode mudar outra vez.
Existem dois fatores principais que fazem o céu parecer azul durante o dia, segundo Finn Burridge, divulgador científico do
Observatório Real de Greenwich (Reino Unido).
“O primeiro é o Sol”, explica. “A luz solar normal é branca, o que significa que contém todas as cores do arco-íris: vermelhos,
amarelos, verdes e azuis.”
O segundo fator é a composição da atmosfera. O céu contém enormes quantidades de partículas minúsculas, como nitrogênio,
além de oxigênio e vapor d'água, que espalham a luz em todas as direções, afirma Burridge.
A luz azul tem comprimento de onda menor do que a maioria das outras cores e é mais dispersada, preenchendo o céu com essa
tonalidade.
Esse processo é conhecido como dispersão de Rayleigh, em referência a Lord Rayleigh (1842–1919), físico britânico que
desenvolveu a teoria na década de 1870.
Ao nascer e ao pôr do Sol, a luz solar precisa atravessar uma porção muito maior da atmosfera, porque o Sol está mais baixo no
horizonte.
A luz azul é então dispersada com tanta intensidade que é desviada para longe de nós. Restam os tons de vermelho e laranja,
menos dispersados, que alcançam nossos olhos e produzem os céus que vemos.
O céu azul brilhante da Terra é único no Sistema Solar, afirma Burridge, do Observatório Real de Greenwich.
Embora alguns planetas, como Júpiter, sejam considerados como tendo uma camada superior levemente azulada semelhante
à da Terra, a tonalidade é muito menos intensa.
Por estar mais distante do Sol, Júpiter recebe apenas cerca de 4% da luz solar que chega à Terra. “Por isso, não se tem aquele
azul forte e bonito que vemos aqui”, explica Burridge.
Em outros planetas, o cenário é completamente diferente.
Marte tem uma atmosfera fina, o que faz com que a dispersão de Rayleigh ocorra de forma limitada. Em vez disso, as
numerosas partículas de poeira, maiores do que o nitrogênio e o oxigênio presentes na atmosfera terrestre, espalham a luz de outra
maneira.
Esse fenômeno é chamado de “espalhamento Mie” e resulta em um céu avermelhado ou amarelado, com pores de sol
azulados.
O céu azul que conhecemos hoje é um fenômeno relativamente recente na longa história da Terra.
Embora não seja possível saber com certeza como era o céu no passado, cientistas estimam que sua cor pode ter variado
conforme os gases presentes na atmosfera em cada período.
Quando a Terra se formou, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a sua superfície era em grande parte composta por material
fundido. À medida que o planeta esfriou, uma hipótese indica que a atmosfera primitiva era formada principalmente por gases
liberados por erupções vulcânicas e outras atividades geológicas — como dióxido de carbono e nitrogênio, além de pequenas
quantidades de metano, com pouquíssimo oxigênio presente.
Com o tempo, a vida surgiu na forma de bactérias ancestrais, que passaram a liberar grandes quantidades de metano na
atmosfera. A luz solar que incidia sobre esse metano o transformava em compostos orgânicos mais complexos, formando névoas
alaranjadas no céu, semelhantes à poluição atmosférica.
Uma mudança significativa ocorreu há cerca de 2,4 bilhões de anos, durante o chamado “Grande Evento da Oxidação”,
quando os organismos primitivos conhecidos como cianobactérias passaram a realizar fotossíntese, convertendo a luz solar em energia
e liberando grandes quantidades de oxigênio.
O oxigênio começou a se acumular em níveis relevantes na atmosfera, eliminando gradualmente as névoas de metano. Com a
consolidação de uma atmosfera semelhante à atual, o céu passou a apresentar a coloração azul observada hoje.
[...]
Fonte: HEATHWOOD, Catherine. Não foi sempre azul: como a cor do céu mudou 'dramaticamente' no planeta Terra. BBC News Brasil, 2026. Disponível em:
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg125pxgq0o. Acesso em: 13 maio 2026.
I- Um dos fatores atrelados à tonalidade azul do céu é a dispersão da luz solar na atmosfera terrestre.
II- É comum vermos o céu intensamente azul durante o nascer do Sol.
III- O céu de Marte costuma ser avermelhado ou amarelado.
IV- Cientistas afirmam que, certamente, em curto prazo, a cor do céu mudará outra vez.
É CORRETO o que se afirma em:
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A adequação do formato ao gênero textual envolve a
correspondência entre a organização estrutural do texto
e sua finalidade comunicativa, considerando elementos
como disposição das informações, marcas formais e
expectativas de circulação (MARCUSCHI, 2008).
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à adequação do formato do texto ao gênero, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) A organização estrutural do texto deve corresponder às convenções do gênero, orientando a disposição das informações conforme sua finalidade comunicativa.
( ) A adequação ao gênero admite variações na organização do texto, desde que se mantenha a função comunicativa prevista para aquele tipo textual.
( ) A forma de apresentação do texto decorre do uso de recursos expressivos que orientam a organização estrutural do enunciado no processo de produção textual.
( ) A disposição das partes do texto, como introdução, desenvolvimento e conclusão, pode variar conforme o gênero e sua função no contexto de uso.
( ) A estrutura do texto mantém relação com o gênero ao qual pertence, influenciando a seleção e a organização das informações no interior do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à adequação do formato do texto ao gênero, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) A organização estrutural do texto deve corresponder às convenções do gênero, orientando a disposição das informações conforme sua finalidade comunicativa.
( ) A adequação ao gênero admite variações na organização do texto, desde que se mantenha a função comunicativa prevista para aquele tipo textual.
( ) A forma de apresentação do texto decorre do uso de recursos expressivos que orientam a organização estrutural do enunciado no processo de produção textual.
( ) A disposição das partes do texto, como introdução, desenvolvimento e conclusão, pode variar conforme o gênero e sua função no contexto de uso.
( ) A estrutura do texto mantém relação com o gênero ao qual pertence, influenciando a seleção e a organização das informações no interior do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto aos mecanismos de coesão empregados no texto sobre a imunoterapia.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do sinal indicativo de crase no trecho apresentado.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal no trecho apresentado.
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Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego desses elementos no texto sobre a imunoterapia.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto apresentado sobre a imunoterapia no tratamento do câncer.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à estrutura morfossintática do período apresentado.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como uma nova onda de imunoterapia está
eliminando cânceres
Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova
York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com
necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos
depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago,
passou por um tratamento inovador em teste clínico,
baseado em infusões periódicas de um medicamento.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem
necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia,
restando como efeito colateral principal a fadiga
associada à insuficiência adrenal. O resultado,
surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.
Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um
século, começa a consolidar resultados consistentes,
com a promessa de tratamentos personalizados, maior
duração da remissão e menos efeitos adversos que as
terapias convencionais. O princípio da imunoterapia
baseia-se na capacidade natural do organismo de
identificar e eliminar células anormais. No entanto,
células cancerosas podem escapar desse controle,
disfarçando-se entre as células saudáveis.
A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema
imunológico, fortalecendo sua capacidade de
reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais
estratégias, estão as terapias com células imunológicas
modificadas e os inibidores de pontos de controle. No
primeiro caso, células de defesa são retiradas do
paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para
atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam
mecanismos que impedem o sistema imunológico de
reagir, permitindo que ele identifique o tumor.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda
enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos,
além de apresentarem custos elevados e possíveis
efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.
Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da
imunoterapia. Estudos indicam que fatores como
alimentação rica em fibras, uso de medicamentos
comuns e até o horário de aplicação influenciam os
resultados. A combinação com outras técnicas, como
radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao
sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.
A personalização do tratamento surge como uma
estratégia central, já que o câncer engloba diversas
doenças com características distintas. Estudos
demonstram que tumores com perfis genéticos
específicos respondem melhor a determinados
medicamentos, possibilitando a eliminação completa em
muitos casos, com menor necessidade de intervenções
invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos
tumores apresenta essas condições.
Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas
terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para
reconhecer proteínas específicas das células tumorais.
Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com
pacientes permanecendo livres da doença por anos após
o tratamento, reforçando o potencial da medicina de
precisão.
Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes.
Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem
todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às
diferentes características dos tumores. Ainda assim, para
aqueles que se beneficiam, os resultados são
expressivos, indicando uma mudança significativa no
tratamento do câncer.
A imunoterapia, portanto, representa um avanço
relevante na oncologia, apontando para um futuro em
que terapias mais eficazes e menos invasivas possam
substituir gradualmente os métodos tradicionais,
oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade
de vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação e à função do termo "que" no período apresentado.
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