Foram encontradas 353.764 questões.
O ensino da leitura envolve a articulação entre práticas
pedagógicas e processos cognitivos que permitem ao
leitor construir sentidos a partir do texto. A compreensão depende da ativação de conhecimentos prévios, da
identificação de relações internas da estrutura textual e
do desenvolvimento de estratégias que favorecem a
interação entre leitor e enunciado (SOARES, 2014.
Adaptado.).
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRE
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRE
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A psicolinguística investiga os processos mentais
envolvidos na produção, compreensão e aquisição da
linguagem, articulando conhecimentos da linguística, da
psicologia cognitiva e das neurociências. Seu foco recai
sobre os mecanismos que permitem ao indivíduo
interpretar enunciados, formular estruturas linguísticas e
desenvolver competências comunicativas ao longo da
vida (LEVELT, 1999. Adaptado.).
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Pais que permitem ser submetidos aos caprichos dos
filhos estão lhes ensinando a ser assim também com
outras pessoas: empregadas, professores etc. Esse filho
lança o desafio: "Se até meus pais, que podem mandar
em mim, não o fazem, quem são vocês para mandar em
mim?". Sente-se, então, o todopoderoso.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. 1. ed. São Paulo: Editora Gente, 1996.
De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. 1. ed. São Paulo: Editora Gente, 1996.
De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
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As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à
onda de calor com alerta de 'grande perigo'
Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um
alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de
Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem
atingido especialmente o centro-sul do Brasil.
O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul,
São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e
Espírito Santo - significa que os termômetros podem
marcar 5ºC acima da média para dezembro durante
cinco dias ou mais nessas regiões.
A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante
da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão,
mas intensificada neste fim de mês.
O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas
quando as temperaturas ficam significativamente acima
da média por vários dias consecutivos.
O que chama atenção neste episódio não é apenas o
calor pontual de uma tarde específica, mas a sua
continuidade.
Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a
atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos
de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a
madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo
humano e aumenta o desconforto térmico.
Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo
(28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro
estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste
do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do
Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época
do ano.
A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80
mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que
dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar
preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar,
longe do mar, com muito sol e pouca chuva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
Considerando as regras de emprego do sinal indicativo de crase em indicação de horas, analise a afirmativa CORRETA.
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