Foram encontradas 355.429 questões.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada
para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves,
reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para
recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo
a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a
ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund.
Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa
em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e
treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem
livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que
desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas
de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes,
na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la
mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de
bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas
um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da
União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo
assim, a população de fumantes mal-educados é grande o
suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até
1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos
os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma
de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio
ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de
Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição
constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum
prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado
formalmente.
(Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de
cigarro das ruas. https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
• Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas de pedras e folhas. (2º parágrafo)
• Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas… (3º parágrafo)
• Uma das preocupações da instituição é se a exposição constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum prejuízo à saúde das aves. (6º parágrafo)
As palavras destacadas estabelecem, respectivamente, no contexto em que foram empregadas, relações de sentido de
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Uma empresa está testando uma estratégia inusitada
para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves,
reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para
recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo
a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a
ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund.
Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa
em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e
treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem
livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que
desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas
de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes,
na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la
mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de
bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas
um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da
União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo
assim, a população de fumantes mal-educados é grande o
suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até
1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos
os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma
de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio
ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de
Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição
constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum
prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado
formalmente.
(Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de
cigarro das ruas. https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
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Uma empresa está testando uma estratégia inusitada
para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves,
reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para
recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo
a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a
ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund.
Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa
em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e
treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem
livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que
desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas
de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes,
na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la
mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de
bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas
um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da
União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo
assim, a população de fumantes mal-educados é grande o
suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até
1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos
os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma
de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio
ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de
Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição
constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum
prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado
formalmente.
(Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de
cigarro das ruas. https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
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Uma empresa está testando uma estratégia inusitada
para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves,
reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para
recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo
a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a
ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund.
Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa
em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e
treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem
livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que
desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas
de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes,
na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la
mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de
bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas
um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da
União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo
assim, a população de fumantes mal-educados é grande o
suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até
1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos
os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma
de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio
ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de
Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição
constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum
prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado
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para ajudar na limpeza das ruas da Suécia: corvos. As aves,
reconhecidas por sua inteligência, podem ser treinadas para
recolher bitucas de cigarro deixadas por humanos, segundo
a empresa.
Christian Gunther-Hanssen, fundador da empresa, teve a
ideia quando ainda era estudante na Universidade de Lund.
Ele desenvolveu um aparelho que oferece uma recompensa
em comida para os corvos que trazem bitucas de cigarro e
treinou as aves para identificar os resíduos, que são pequenos e fáceis de identificar. Os corvos são selvagens e vivem
livremente, coletando apenas a quantidade de bitucas que
desejam. Além disso, o aparelho pode diferenciar as bitucas
de pedras e folhas.
Por enquanto, o projeto está em fase inicial de testes,
na cidade de Södertälje. Segundo Christian, o uso dos corvos deve baratear a limpeza das cidades suecas e torná-la
mais eficiente. No entanto, ainda não está claro se os corvos dariam conta de recolher uma quantidade significativa de
bitucas ou se o impacto total na limpeza seria baixo – apenas
um projeto mais abrangente traria essas respostas.
A Suécia tem uma das menores taxas de tabagismo da
União Europeia – só 5% de seus habitantes fumam. Mesmo
assim, a população de fumantes mal-educados é grande o
suficiente para se tornar um baita problema ambiental: até
1 bilhão de bitucas são encontradas nas ruas do país todos
os anos.
No mundo todo, pontas de cigarro representam a forma
de lixo mais comum: 4,5 trilhões de bitucas acabam no meio
ambiente todos os anos, segundo a Organização Mundial de
Saúde (OMS).
A Universidade de Estocolmo está acompanhando o projeto. Uma das preocupações da instituição é se a exposição
constante dos corvos aos restos de cigarro pode trazer algum
prejuízo à saúde das aves. O projeto também exige aprovação das autoridades competentes antes de poder ser lançado
formalmente.
(Bruno Carbinatto. Empresa sueca treina corvos para recolher bitucas de
cigarro das ruas. https://super.abril.com.br, 10.11.2025. Adaptado)
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O artista que se dispõe ________ dar uma entrevista deve estar preparado para responder _______ mais diversas perguntas,
já que sua vida e seu trabalho acabam atraindo _________ atenção do público.
As lacunas devem ser completadas, correta e respectivamente, por:
As lacunas devem ser completadas, correta e respectivamente, por:
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Leia a tirinha a seguir para responder a questão.
(Liniers. Macanudo, n. 1, 2008)
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Leia a tirinha a seguir para responder a questão.
(Liniers. Macanudo, n. 1, 2008)
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A caminho de uma reconciliação entre o ser humano e a
natureza
Os grandes problemas da conservação da natureza estão, na realidade, intimamente ligados aos da sobrevivência do próprio ser humano na Terra. Certos filósofos não hesitam em afirmar que a humanidade está mal encaminhada. Não nos cabe aqui fazer semelhantes considerações ou julgamentos, porém podemos afirmar, de acordo com todos os biólogos, que o ser humano cometeu um erro capital pensando poder isolar-se da natureza e não respeitar certas leis de alcance geral. Existe, já há muito, um divórcio entre o ser humano e seu meio. O velho pacto que unia o primitivo e seu habitat foi rompido de modo unilateral pelo ser humano, logo que este considerou ser suficientemente forte para seguir apenas as leis elaboradas por si mesmo. Devemos reconsiderar essa posição, mesmo que nosso orgulho sofra, e assinar um novo pacto com a natureza, que nos permita viver em harmonia com ela. É a melhor maneira de extrair do meio um rendimento que possibilite ao ser humano manter-se sobre a Terra e fazer com que sua civilização progrida tanto no plano técnico quanto no plano espiritual.
Adaptado de: Jean Dorst, Antes que a natureza morra, São Paulo: Edusp, 1973 apud Lopes, Sônia. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2004.
O texto aborda a relação entre o ser humano e a natureza, defendendo a necessidade de uma nova forma de convivência entre sociedade e meio ambiente. Com base nessa reflexão, assinale a alternativa CORRETA.
Os grandes problemas da conservação da natureza estão, na realidade, intimamente ligados aos da sobrevivência do próprio ser humano na Terra. Certos filósofos não hesitam em afirmar que a humanidade está mal encaminhada. Não nos cabe aqui fazer semelhantes considerações ou julgamentos, porém podemos afirmar, de acordo com todos os biólogos, que o ser humano cometeu um erro capital pensando poder isolar-se da natureza e não respeitar certas leis de alcance geral. Existe, já há muito, um divórcio entre o ser humano e seu meio. O velho pacto que unia o primitivo e seu habitat foi rompido de modo unilateral pelo ser humano, logo que este considerou ser suficientemente forte para seguir apenas as leis elaboradas por si mesmo. Devemos reconsiderar essa posição, mesmo que nosso orgulho sofra, e assinar um novo pacto com a natureza, que nos permita viver em harmonia com ela. É a melhor maneira de extrair do meio um rendimento que possibilite ao ser humano manter-se sobre a Terra e fazer com que sua civilização progrida tanto no plano técnico quanto no plano espiritual.
Adaptado de: Jean Dorst, Antes que a natureza morra, São Paulo: Edusp, 1973 apud Lopes, Sônia. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2004.
O texto aborda a relação entre o ser humano e a natureza, defendendo a necessidade de uma nova forma de convivência entre sociedade e meio ambiente. Com base nessa reflexão, assinale a alternativa CORRETA.
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PERGUNTAS
Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que
buscassem, eles mesmos, as respostas para suas
dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos
sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse
suas dúvidas e problemas.
Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um
cartaz na porta de casa onde estava escrito:
RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.
Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que
tinha duas questões muito importantes. O jovem contou
as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um
pouco contrariado:
- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas
duas perguntas?
E o mestre respondeu:
- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?
PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa
− Contos de
sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03
jan. 2026.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA quanto à sua classificação gramatical.
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