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Para que um texto transmita sua mensagem de forma
eficaz, ele precisa ser compreensível para o leitor. Além
disso, deve apresentar harmonia, permitindo que a
mensagem flua de maneira clara, natural e agradável.
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.
(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".
(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
Com base nos elementos de coesão e coerência, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A referência demonstrativa ocorre com o uso de pronomes demonstrativos e advérbios, como pode ser observado em "Realizei todas as atividades escolares, exceto esta: refazer a redação." Neste caso, trata-se de referência demonstrativa catafórica, pois o pronome 'esta' aponta para um termo que será apresentado em seguida.
(__) A sequenciação é um mecanismo de coesão que pode ser realizada por meio de repetição lexical, como em "Marcos saiu de casa e caminhou, caminhou, até chegar ao local pretendido".
(__) Elementos contraditórios em um texto comprometem sua coerência, assim como informações repetidas que não acrescentam conteúdo. Além disso, fugir da temática abordada também prejudica a coerência do texto.
A sequência que preenche CORRETAMENTE os itens acima, de cima para baixo, é:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, identifique a alternativa CORRETA.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
O vocábulo 'hipertermia' está grafado corretamente sem hífen. Analise as palavras compostas, com ou sem hífen, nos enunciados a seguir, e identifique aquela cuja grafia está INCORRETA.
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afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
I. O aumento da temperatura afeta diversas condições neurológicas.
II. As mudanças climáticas têm efeitos diretos sobre a saúde humana, especialmente o cérebro.
III. A pesquisa de Sisodiya é relevante e reconhecida.
IV. Sanjay Sisodiya é o único pesquisador que estuda os impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
É CORRETO o que se afirma em:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas:
I. O vocábulo 'também' recebe acento por ser uma paroxítona terminada em 'em'.
II. O vocábulo 'climáticas e 'cérebro' recebem acento de acordo com a mesma regra.
III. O vocábulo 'visível' recebe acento por ser uma palavra proparoxítona.
IV. O vocábulo 'após' não sofreu alteração. Já o 'por', quando usado como preposição, e o 'por', quando usado como forma verbal, não recebem acento, pois palavras homógrafas deixaram de usar o acento diferencial com o novo acordo ortográfico.
É CORRETO o que se afirma em:
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Considerando as regras de colocação pronominal, identifique a alternativa que apresenta a substituição CORRETA do termo destacado por um pronome oblíquo.
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O mundo está ficando mais quente — e isso está
afetando nossos cérebros.
Quando Jake tinha apenas cinco meses de idade, ele
teve sua primeira convulsão do tipo tônico-clônica — seu
corpinho enrijeceu e ele começou a se debater
rapidamente.
"Estava muito quente no dia e ele sofreu uma
hipertermia. Testemunhamos o que achávamos ser a
coisa mais assustadora que veríamos na vida", declarou
a mãe de Jake, Stephanie Smith. "Infelizmente, não foi."
As convulsões começaram a se repetir sempre que fazia
calor. Com a chegada dos dias abafados e úmidos do
verão, a família recorria a todo tipo de método para
tentar manter Jake fresco, travando uma verdadeira
batalha para conter as convulsões.
Aos 18 meses, após um teste genético, Jake foi
diagnosticado com a Síndrome de Dravet, uma condição
neurológica que inclui um tipo de epilepsia e afeta cerca
de 15 mil crianças.
As convulsões costumam vir acompanhadas de
deficiência intelectual e várias comorbidades, como
autismo e TDAH, além de dificuldades na fala,
mobilidade, alimentação e sono. O calor intenso e
mudanças bruscas de temperatura podem desencadear
uma crise.
Aos 13 anos, Jake já passou por incontáveis convulsões
ao longo dos anos, sempre que o clima muda.
"Verões cada vez mais quentes e ondas de calor têm
agravado ainda mais o desafio de conviver com essa
condição, que já é devastadora por si só", afirma
Stephanie
A Síndrome de Dravet é apenas uma das muitas
doenças neurológicas que se agravam com o aumento
das temperaturas, diz Sanjay Sisodiya, da University
College London, um dos pioneiros no estudo dos
impactos das mudanças climáticas sobre o cérebro.
Como neurologista especializado em epilepsia, ele ouve
com frequência relatos da família de seus pacientes
contando que as crises pioram durante ondas de calor.
"E eu pensei comigo mesmo: 'é claro, por que as
mudanças climáticas não afetariam o cérebro. No fim das
contas, muitos processos cerebrais estão envolvidos na
forma como o corpo lida com o calor."
Ao se aprofundar na literatura científica, Sisodiya
descobriu uma série de condições neurológicas que são
agravadas pelo aumento da temperatura e da umidade,
incluindo epilepsia, acidente vascular cerebral (AVC),
encefalite, esclerose múltipla, enxaqueca, entre outras.
Ele também identificou que os efeitos das mudanças
climáticas sobre o cérebro humano já estão se tornando visíveis.
Durante a onda de calor que atingiu a Europa em 2023,
por exemplo, cerca de 7% das mortes adicionais
estavam relacionadas diretamente a problemas
neurológicos.
Percentuais semelhantes foram vistos durante a onda de
calor no Reino Unido em 2022.
Mas o calor também pode alterar a forma como nosso
cérebro funciona, nos deixando mais violentos, irritados e
depressivos.
Assim, diante de um planeta que continua esquentando
por causa das mudanças climáticas, qual impacto disso
sobre o nosso cérebro?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y055gyl48o
Considerando o texto-base, assinale a alternativa CORRETA que explica por que o calor intenso e as ondas de calor representam um risco adicional para pessoas com a Síndrome de Dravet.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do
influenza A que gerou alerta da OMS para 2026
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um
alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para
o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um
aumento da circulação do vírus influenza em várias
partes do mundo.
No Brasil, autoridades de saúde confirmaram
recentemente a detecção da variante genética K do
influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado
do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes
Gripais referente à Semana Epidemiológica 49,
divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por
uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se
espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e
passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou
variante genética) 'K' — também identificado como
J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da
gripe sazonal.
Apesar do avanço em diferentes países, os dados
disponíveis até agora não indicam que essa variante
cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com
a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em
que aumentam os casos de gripe e de outras infecções
respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de
saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais
e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de
um vírus novo.
Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza
A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações
genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo
identificado com mais frequência em amostras
analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a
atividade global de gripe ainda está, em termos gerais,
dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo,
porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e
mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta
num cenário em que hospitais já costumam operar sob
maior pressão durante o inverno.
A OMS descreve o cenário atual como o da gripe
sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus
influenza que circulam globalmente e podem provocar
desde sintomas leves até quadros graves, com risco de
hospitalização e morte, sobretudo entre os mais
vulneráveis.
Segundo a organização, os dados epidemiológicos
disponíveis até o momento não apontam aumento na
gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a
OMS classifica o avanço dessa variante como uma
"evolução notável", já que ela vem se espalhando
rapidamente em diferentes regiões.
Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque
o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe,
passa por alterações genéticas frequentes. Essas
transformações podem influenciar tanto como o vírus se
espalha quanto o nível de proteção da população,
construída a partir de infecções anteriores ou da
vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
Identifique a alternativa CORRETA que justifica a concordância da forma 'trata-se' no singular.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do
influenza A que gerou alerta da OMS para 2026
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um
alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para
o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um
aumento da circulação do vírus influenza em várias
partes do mundo.
No Brasil, autoridades de saúde confirmaram
recentemente a detecção da variante genética K do
influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado
do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes
Gripais referente à Semana Epidemiológica 49,
divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por
uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se
espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e
passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou
variante genética) 'K' — também identificado como
J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da
gripe sazonal.
Apesar do avanço em diferentes países, os dados
disponíveis até agora não indicam que essa variante
cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com
a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em
que aumentam os casos de gripe e de outras infecções
respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de
saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais
e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de
um vírus novo.
Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza
A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações
genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo
identificado com mais frequência em amostras
analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a
atividade global de gripe ainda está, em termos gerais,
dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo,
porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e
mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta
num cenário em que hospitais já costumam operar sob
maior pressão durante o inverno.
A OMS descreve o cenário atual como o da gripe
sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus
influenza que circulam globalmente e podem provocar
desde sintomas leves até quadros graves, com risco de
hospitalização e morte, sobretudo entre os mais
vulneráveis.
Segundo a organização, os dados epidemiológicos
disponíveis até o momento não apontam aumento na
gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a
OMS classifica o avanço dessa variante como uma
"evolução notável", já que ela vem se espalhando
rapidamente em diferentes regiões.
Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque
o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe,
passa por alterações genéticas frequentes. Essas
transformações podem influenciar tanto como o vírus se
espalha quanto o nível de proteção da população,
construída a partir de infecções anteriores ou da
vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa CORRETA.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do
influenza A que gerou alerta da OMS para 2026
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um
alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para
o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um
aumento da circulação do vírus influenza em várias
partes do mundo.
No Brasil, autoridades de saúde confirmaram
recentemente a detecção da variante genética K do
influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado
do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes
Gripais referente à Semana Epidemiológica 49,
divulgado em 12 de dezembro de 2025.
O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por
uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se
espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e
passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.
Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou
variante genética) 'K' — também identificado como
J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da
gripe sazonal.
Apesar do avanço em diferentes países, os dados
disponíveis até agora não indicam que essa variante
cause quadros mais graves da doença.
Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com
a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em
que aumentam os casos de gripe e de outras infecções
respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de
saúde.
O termo "gripe K" tem ganhado espaço em redes sociais
e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de
um vírus novo.
Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza
A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.
A ramificação genética K tem algumas alterações
genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo
identificado com mais frequência em amostras
analisadas ao redor do mundo.
No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a
atividade global de gripe ainda está, em termos gerais,
dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo,
porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e
mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta
num cenário em que hospitais já costumam operar sob
maior pressão durante o inverno.
A OMS descreve o cenário atual como o da gripe
sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus
influenza que circulam globalmente e podem provocar
desde sintomas leves até quadros graves, com risco de
hospitalização e morte, sobretudo entre os mais
vulneráveis.
Segundo a organização, os dados epidemiológicos
disponíveis até o momento não apontam aumento na
gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a
OMS classifica o avanço dessa variante como uma
"evolução notável", já que ela vem se espalhando
rapidamente em diferentes regiões.
Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque
o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe,
passa por alterações genéticas frequentes. Essas
transformações podem influenciar tanto como o vírus se
espalha quanto o nível de proteção da população,
construída a partir de infecções anteriores ou da
vacinação.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cr7l3v10k7go
A primeira vírgula utilizada no trecho serve para:
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