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As frases a seguir utilizam o verbo ter em lugar de outro de significado mais específico. Assinale aquela em que essa substituição é feita de forma adequada.
 

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As frases a seguir mostram um termo sublinhado que foi substituído por um adjetivo.
Assinale a única frase em que o adjetivo tem significado equivalente ao termo original sublinhado.
 

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Todas as frases abaixo mostram um substantivo e um adjetivo sublinhados, sendo que o adjetivo não pertence à mesma família etimológica do substantivo e é considerado culto.
A opção em que o adjetivo não corresponde semanticamente ao substantivo, é:
 

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Assinale a opção em que há erro na classificação gramatical do termo sublinhado.
 

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Assinale a opção em que a lacuna da frase deve ser preenchida pelo segundo elemento contido nos parênteses.
 

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Leia a frase a seguir.

A fala e a escrita são modalidades diferentes da linguagem humana __ a primeira se utiliza de unidades sonoras __ a segunda __ ao contrário __ emprega sinais gráficos.

Assinale a pontuação que preenche corretamente as lacunas da frase acima.
 

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Assinale a opção em que não há crase em lacuna alguma.
 

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A charge é antiga, mas o assunto continua atual.

Enunciado 4431190-1

Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo

 

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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.
          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:
      “Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Assinale a frase, retirada do texto, que apresenta intertextualidade com outra frase conhecida, considerada como um ditado popular.
 

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ATENÇÃO: O texto a seguir se refere à questão.
'Quer adressar?', me perguntou a moça
         De início não entendi o verbo cravado no coração da frase e, usando o etarismo a meu favor, pedi graciosamente, por favor, que a moça repetisse.
          O cenário era a loja de um shopping no Leblon, onde eu negociava com ela, vendedora educadíssima, os últimos detalhes da compra de um produto volumoso que, sem carro, eu não podia levar naquele momento. Foram necessárias três repetições da frase até que – como se falava no tempo do orelhão, quando o português era ouvido por aqui – a ficha caiu:
     “Eu posso adressar o produto?”, era o que perguntava a moça, fazendo-se finalmente entender. A moça queria ostentar na fala o mesmo padrão internacional do shopping.
      A pureza vernacular não linka com a minha prosa vadia de cronista. A ideia aqui é mexer com a língua, roçar na de Luís de Camões e – como o tamanduá esticando a dele para pegar as formigas – tirar prazer disso. Para manter o emprego, equilibro num parágrafo as ordens do manual de redação – exibindo às vezes uma mesóclise de polainas – e já no parágrafo seguinte caio de boca – com o piercing no lábio inferior – no saboreio do último barbarismo ouvido na esquina. Nada a ver com os rigores de um professor de português. O target não é preparar o leitor para a nota mil do Enem, mas meter a língua onde não se foi chamado.
    A propósito. Preciso dizer que quando eu, cliente, finalmente entendi o que a moça na loja do shopping queria dizer com a proposta de “adressar” a compra, eu aquiesci jovial – e me fiz up to date:
      “Sim, por favor, adressa, sim”.
(Trecho adaptado da crônica de Joaquim Ferreira dos Santos, publicada em “O Globo”.)
Em relação ao texto, assinale a afirmativa correta.
 

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