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Do ponto de vista clínico e específico da psicopatologia, embora o processo diagnóstico em
saúde mental siga os princípios gerais das ciências médicas, alguns aspectos particulares são
apresentados a seguir:
I. O diagnóstico de um transtorno psiquiátrico é quase sempre baseado preponderantemente nos dados clínicos, e a semiotécnica armada não substitui o essencial do diagnóstico psicopatológico: uma história clínica bem colhida e um exame do estado mental minucioso, ambos interpretados com habilidade.
II. O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psico-orgânicos, de modo geral, baseia-se principalmente no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história do transtorno, desde que surgiu até o momento atual da avaliação.
III. De modo geral, não existem sinais ou sintomas psicopatológicos específicos de determinado transtorno mental. Isso quer dizer que, de fato, não há sintomas patognomônicos em psicopatologia.
IV. O diagnóstico psicopatológico repousa sobre a totalidade dos dados clínicos, momentâneos e evolutivos. É essa totalidade clínica que, detectada, avaliada e interpretada com conhecimento (teórico e científico) e habilidade (clínica e intuitiva), conduz ao diagnóstico psicopatológico, de modo geral, baseado em mecanismos etiológicos.
V. O diagnóstico psicopatológico é, em inúmeros casos, apenas possível com a observação do curso do transtorno. Uma das funções do diagnóstico em medicina é prever e prognosticar a evolução e o desfecho da doença. Porém, às vezes, isso se inverte no contexto da psicopatologia. Não é incomum que o prognóstico obrigue o clínico a reformular seu diagnóstico inicial.
A partir das afirmativas apresentadas, é CORRETO dizer que
I. O diagnóstico de um transtorno psiquiátrico é quase sempre baseado preponderantemente nos dados clínicos, e a semiotécnica armada não substitui o essencial do diagnóstico psicopatológico: uma história clínica bem colhida e um exame do estado mental minucioso, ambos interpretados com habilidade.
II. O diagnóstico psicopatológico, com exceção dos quadros psico-orgânicos, de modo geral, baseia-se principalmente no perfil de sinais e sintomas apresentados pelo paciente na história do transtorno, desde que surgiu até o momento atual da avaliação.
III. De modo geral, não existem sinais ou sintomas psicopatológicos específicos de determinado transtorno mental. Isso quer dizer que, de fato, não há sintomas patognomônicos em psicopatologia.
IV. O diagnóstico psicopatológico repousa sobre a totalidade dos dados clínicos, momentâneos e evolutivos. É essa totalidade clínica que, detectada, avaliada e interpretada com conhecimento (teórico e científico) e habilidade (clínica e intuitiva), conduz ao diagnóstico psicopatológico, de modo geral, baseado em mecanismos etiológicos.
V. O diagnóstico psicopatológico é, em inúmeros casos, apenas possível com a observação do curso do transtorno. Uma das funções do diagnóstico em medicina é prever e prognosticar a evolução e o desfecho da doença. Porém, às vezes, isso se inverte no contexto da psicopatologia. Não é incomum que o prognóstico obrigue o clínico a reformular seu diagnóstico inicial.
A partir das afirmativas apresentadas, é CORRETO dizer que
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Considerando os principais grupos de sintomas da esquizofrenia, é CORRETO dizer que:
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O campo da psicopatologia inclui uma variedade de fenômenos humanos especiais,
associados ao que se denominou historicamente de doença mental. São vivências, estados
mentais e padrões comportamentais que apresentam, por um lado, uma especificidade
psicológica e, por outro, conexões complexas com a psicologia do normal.
Considerando a definição de psicopatologia e a ordenação de seus fenômenos, assinale a afirmativa INCORRETA:
Considerando a definição de psicopatologia e a ordenação de seus fenômenos, assinale a afirmativa INCORRETA:
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Durante o acompanhamento de longo prazo, o
psicólogo observa redução significativa de comportamentos-problema e aumento consistente de
habilidades adaptativas. A decisão de alta ou transição do serviço deve:
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Ao selecionar procedimentos de intervenção
baseados em evidências científicas, o psicólogo especialista em ABA deve priorizar:
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Em relação à atuação interdisciplinar, o psicólogo especialista em ABA deve:
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No processo de generalização de habilidades
adquiridas em ambiente terapêutico, é fundamental
que o psicólogo:
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A coleta e análise contínua de dados são componentes essenciais da prática baseada em evidências na ABA. Ao observar que determinado procedimento não está produzindo progresso consistente, o psicólogo deve:
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Durante a implementação do programa de intervenção, o psicólogo supervisiona técnicos responsáveis pela aplicação direta das estratégias. A
supervisão em ABA tem como principal objetivo:
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Um dos comportamentos-alvo identificados
apresenta função de fuga/esquiva diante de demandas acadêmicas. Após análise funcional, o
psicólogo decide implementar estratégias baseadas
em reforçamento diferencial e ensino de habilidades alternativas. Nessa situação, a intervenção adequada deve:
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