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A vantagem diagnóstica mais relevante da avaliação por
ressonância magnética cardiovascular (RMC) em pacientes com
cardiomiopatia hipertrófica, em comparação com o
ecocardiograma, é permitir
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As técnicas de mapeamento T1 e T2 podem ajudar no diagnóstico
diferencial de cardiomiopatias
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O mapeamento T2 evita falsos negativos em condições
inflamatórias difusas porque
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O mapeamento T2 é especialmente útil na seguinte condição
clínica:
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- Protocolos de Exames de Medicina NuclearBases Físicas e Tecnológicas
- Protocolos de Exames de Medicina NuclearTécnicas Radiográficas em Tomografia Computadorizada
Na presença de fibrose, substância amiloide ou edema miocárdico,
o tempo de relaxamento T1 nativo (pré-contraste)
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- Protocolos de Exames de Medicina NuclearBases Físicas e Tecnológicas
- Protocolos de Exames de Medicina NuclearTécnicas Radiográficas em Tomografia Computadorizada
A caracterização do tecido miocárdico em ressonância magnética
é baseada em
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Com relação à avaliação do pâncreas pela RM, avalie se as
afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A RM permite avaliar características morfológicas e o conteúdo interno das lesões císticas pancreáticas, auxiliando na diferenciação entre neoplasias císticas e pseudocistos.
( ) A RM é incapaz de diferenciar lesões císticas potencialmente agressivas de lesões benignas, sendo necessário exclusivamente um exame histopatológico para isso.
( ) Sequências específicas de RM, como a colangiorressonância (MRCP), ajudam na identificação de conexões entre as lesões císticas e o ducto pancreático, o que é útil para o diagnóstico diferencial.
( ) O uso de contraste na RM pode ajudar a identificar vascularização em lesões císticas, característica que pode sugerir maior potencial de agressividade.
( ) A RM não é útil para avaliar o ducto pancreático, sendo necessário um exame de ultrassonografia endoscópica para essa finalidade.
As afirmativas são, respectivamente,
( ) A RM permite avaliar características morfológicas e o conteúdo interno das lesões císticas pancreáticas, auxiliando na diferenciação entre neoplasias císticas e pseudocistos.
( ) A RM é incapaz de diferenciar lesões císticas potencialmente agressivas de lesões benignas, sendo necessário exclusivamente um exame histopatológico para isso.
( ) Sequências específicas de RM, como a colangiorressonância (MRCP), ajudam na identificação de conexões entre as lesões císticas e o ducto pancreático, o que é útil para o diagnóstico diferencial.
( ) O uso de contraste na RM pode ajudar a identificar vascularização em lesões císticas, característica que pode sugerir maior potencial de agressividade.
( ) A RM não é útil para avaliar o ducto pancreático, sendo necessário um exame de ultrassonografia endoscópica para essa finalidade.
As afirmativas são, respectivamente,
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Observe a imagem a seguir:

Na imagem acima de RM ponderada em T1 com supressão de gordura pós-contraste, as estruturas indicadas pelo asterisco e pelas cabeças de setas identificam, respectivamente,
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A apresentação mais comum das reações adversas tardias, de um
contraste utilizado para o exame de ressonância magnética é
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Observe a imagem a seguir:

Os números 1,2,3 e 4 apontam as seguintes estruturas nessa RM:
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