Foram encontradas 15.008 questões.
- Documentos OficiaisAlvará
- Documentos OficiaisEdital
- Documentos OficiaisParecer
- Documentos OficiaisPortaria
O ato utilizado pelo titular de um órgão público para determinar providências de caráter administrativo, visando a estabelecer normas referentes à organização, à ordem disciplinar e ao funcionamento de um serviço, é classificado como:
Provas
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do Documento
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (edição publicada em 2018), o assunto deve dar uma ideia geral do que trata o documento, de forma sucinta. É uma maneira correta de grafar um assunto:
Provas
“O é uma redação técnica que comprova ou garante a existência ou não de uma situação de direito, relacionado a alguém ou sobre algum acontecimento ou momento. Essa declaração serve para confirmar ou negar, por escrito, que o fato relacionado a alguém corresponde à verdade.” Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do excerto acima:
Provas
Acerca da redação oficial de documentos e expedientes analise as afirmativas a seguir:
I. O objetivo das comunicações oficiais deve ser sempre o atendimento do interesse geral dos cidadãos.
II. Na correspondência oficial é permitido o trato de assuntos particulares dos servidores das repartições envolvidas.
III. O uso da norma padrão culta na redação oficial é obrigatório para fins de clareza.
Está correto o que se diz em:
Provas
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
A redação oficial é a forma pela qual o poder público redige comunicações oficiais e atos normativos. Sobre a apresentação dos atributos da redação oficial, analise as afirmativas a seguir.
I. Clareza e precisão, possibilitando imediata compreensão pelo leitor.
II. Objetividade ao tratar o assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias.
III. Concisão, transmitindo o máximo de informações com o mínimo de palavras.
IV. Coesão e coerência nos atos normativos e expedientes oficiais, que, em razão de seu caráter público e de sua finalidade, requerem o uso do padrão culto do idioma.
V. Impessoalidade, de modo que os assuntos, objetos dos expedientes oficiais, devem ser tratados para garantir a abstração da pessoalidade dos atos administrativos.
VI. Formalidade e padronização, com civilidade no enfoque dado ao assunto e à necessária uniformidade da comunicação com uso da norma-padrão nos atos e nas comunicações oficiais.
Está correto o que se afirma apenas em
Provas
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
O ritmo acelerado da vida contemporânea exige permanente economia de tempo e espaço, expressa linguisticamente por meio do processo de abreviação vocabular, o que se apresenta sob a forma de siglas, acrônimos e abreviaturas.
(BRASIL, 1999; BRASIL, 2018.)
Considerando o uso de siglas e acrônimos na redação oficial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Siglas e acrônimos, ainda que permitam a economia de tempo da leitura, devem ser evitadas a todo custo e preferencialmente não utilizadas, pois confundem os leitores e dificultam a compreensão do texto.
( ) Siglas e acrônimos devem ser escritos na forma abreviada entre parênteses na primeira vez que aparecem no texto; após a primeira menção, a forma por extenso pode ser utilizada.
( ) Siglas e acrônimos estão relacionados com um título: a sigla constitui o resultado da soma das iniciais das palavras fundamentais do título; o acrônimo é o resultado da soma de algumas sílabas ou partes desses vocábulos do título.
( ) A utilização de siglas e acrônimos na redação oficial é uma aceitável, mas não se deve fazer uso indiscriminado de siglas e acrônimos, restringindo o seu uso às formas já existentes e consagradas.
A sequência está correta em
Provas
Correspondência é a forma de comunicação escrita que se estabelece entre pessoas físicas e/ou jurídicas para tratar de diferentes assuntos de mútuo interesse, podendo ser particular, oficial ou empresarial.
(MARTINS, 2000.)

A imagem se refere à correspondência empresarial denominada:
Provas
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
O padrão ofício apresentado pelo manual de Redação da Presidência da República possui algumas partes padrão para a sua elaboração. Assinale a alternativa que menciona todas as partes utilizadas na elaboração do padrão ofício.
Provas
Com base nas regras de comunicações oficiais do Manual de Redação da Presidência da República - 3a Ed., temos: tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta, para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. Na redação oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos, sendo estes:
Provas
Nascida em 21 de novembro de 1910, a paulistana Virginia Leone Bicudo foi pioneira nas várias áreas em que atuou. Ela foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista. Fundou sociedades de especialistas no tema em São Paulo e em Brasília. Tomou-se uma das primeiras professoras universitárias negras do país e publicou alguns dos artigos fundadores sobre as relações raciais e o racismo.
No que seria o aniversário de 112 anos da pesquisadora, o Google fez uma homenagem a ela na página principal do buscador.
Primeiros anos e formação
Bicudo nasceu na cidade de São Paulo, filha de Theofilo Bicudo, descendente de africanos escravizados que sonhava em ser médico, e Giovanna Leone, imigrante italiana que trabalhava como empregada doméstica.
Estudou na Escola Normal Caetano de Campos, também na capital paulista, e foi a única mulher a obter o bacharelado em ciências sociais na Escola Livre de Sociologia e Política, em 1938, segundo a Folha de S. Paulo.
Em 1945, ela defendeu uma tese de mestrado sobre as questões raciais do Brasil, um dos primeiros trabalhos acadêmicos sobre o assunto do qual se tem notícia.
Já formada, Bicudo fez parte dos grupos de estudos que deram origem à Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, entidade da qual ela foi diretora nos anos 1960 e 1970.
Ela também foi a primeira não-médica a ser reconhecida como psicanalista no pais e se tornou uma das primeiras professoras universitárias negras, com aulas ministradas na Universidade de São Paulo, na Santa Casa e na Escola Livre de Sociologia e Política.
Numa entrevista à Folha em 1994, a especialista disse que escolheu estudar psicologia para se proteger do preconceito. A mistura entre sociologia e psicanálise, inclusive, deu o tom de todo o trabalho de Bicudo.
À tese de mestrado que ela escreveu, intitulada Estudo de Atitudes Raciais de Pretos e Mulatos em São Paulo, leva em conta as noções de subjetividade e inconsciente, inauguradas nos escritos de Sigmund Freud. Em seus estudos, escritos e palestras, Bicudo sempre tentou demonstrar como o racismo impactava a vida psíquica e a saúde mental das pessoas.
Difusão de conhecimento
No final dos anos 1940, Bicudo também integrou a equipe de pesquisadores do "Projeto Unesco de Relações Raciais", de acordo com um texto publicado no site da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS).
À iniciativa reuniu grandes acadêmicos do país, como Oracy Nogueira, Florestan Fernandes, Roger Bastide, Aniela Ginsberg, Luiz de Aguiar Costa Pinto e Rene Ribeiro, "no contexto da definição de uma agenda antirracista, sob o impacto do nazismo, da persistência do racismo e do processo de descolonização africano e asiático".
"O Brasil era considerado um contra-exemplo em matéria de racismo, em perspectiva comparada com a experiência internacional, notadamente os EUA e a África do Sul do pós-2º Guerra", contextualiza a SBS. Bicudo, contudo, desafiou a tese em voga à época de que o Brasil seria uma "democracia racial", ou seja, um pais mais tolerante e sem preconceitos.
À psicanalista também se notabilizou pelo esforço de explicar conceitos da área para o público geral e para as pessoas que não eram especialistas.
No início da década de 1950, ela idealizou um programa transmitido pela Rádio Excelsior que fez muito sucesso. Pouco tempo depois, ela assinou uma série de 22 textos no jornal Folha da Manhã.
coluna, que ganhou o nome de Nosso Mundo Mental, tentava levar a psicanálise aos debates públicos — e ganhou destaque até nas manchetes de capa das edições em que foi publicada.
De acordo com a Folha de S.Paulo, tanto os episódios transmitidos pela rádio quanto os artigos da professora falavam sobre temas como maternidade, educação das crianças, amor, ciúme e medos. Em 1955, Bicudo mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar a psicanálise infantil.
De acordo com o site Google Discovery, durante o período no exterior, ela chegou a transmitir pela BBC palestras para divulgar entre os brasileiros o trabalho que estava fazendo.
De volta ao Brasil nos anos 1960, Bicudo foi morar em Brasilia, que havia se tornado a capital do país há pouco tempo. Ela estava interessada em estudar as relações entre psicanálise e poder— e chegou a atender e ter reuniões com muitos políticos. No Distrito Federal, a psicanalista ainda ajudou a fundar a Sociedade de Psicanálise de Brasilia.
Bicudo morreu em 2003, aos 93 anos, na cidade de São Paulo.
https: /Amww.bbc.com/portuguese/brasil-63704390 https://g1 .globo.com/tecnologia/noticia/2022/11/21/quem-foi-virginia-leone-bicudo-psicanalista-negra-pioneira-nomenageada-pelo-google.ghtml
São considerados atributos da redação oficial, segundo o Manual de Redação da Presidência da República, as seguintes caracteristicas:
1. Clareza e imprecisão;
2. Subjetividade;
3. Concisão;
4. Coesão e coerência;
5.Ambiguidade;
6. Impessoalidade;
7. Formalidade e despadronização.
Estão corretos apenas os itens:
Provas
Caderno Container