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Foram encontradas 15.021 questões.

2912443 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: VUNESP
Orgão: EPC
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O Manual de Redação da Presidência da República descreve atributos que decorrem do art. 37 da Constituição que prescreve que “A administração pública direta, indireta, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.”

O atributo que proíbe a administração pública de procedimentos que privilegiem ou prejudiquem alguém e que obedeça tão somente na vontade estatal corresponde à

 

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A concordância com o pronome de tratamento e a pontuação estão de acordo com a norma-padrão em:

 

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A empresa para a qual trabalha solicita que você redija um texto a ser encaminhado a um Senador da República, convidando-o para o lançamento de uma campanha publicitária cujo cliente é a área de saúde do Estado da Paraíba.

Nessas condições, o texto adequado será

 

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2911506 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FEPESE
Orgão: BC Trânsito

Os diferentes setores de um órgão público precisam ter uma comunicação fluida para que em conjunto consigam oferecer o melhor serviço possível para os cidadãos. Com os avanços tecnológicos a comunicação flui por diferentes canais digitais como forma de ganhar velocidade e celeridade nos processos e na tomada de decisão.

Existe um documento, que pode ser entregue de forma física ou digital, que é utilizado em geral para comunicação interna de uma instituição e que tem como principais características os seguintes elementos:

  • texto objetivo, concreto e conciso
  • utilização de linguagem formal
  • impessoalidade
  • facilidade burocrática

Assinale a alternativa que indica corretamente o nome deste documento.

 

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2911422 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FEPESE
Orgão: BC Trânsito

Analise o trecho abaixo:

Aos quinze dias do mês de janeiro de dois mil e vinte e três, às quatorze horas, na sala de reuniões da Fundação Municipal de Trânsito, da cidade de Ipatinga, em encontro realizado com todos os líderes de setores do referido órgão, com a finalidade de propor medidas inovadoras para a racionalização do uso de energia elétrica, decidiu-se pela aprovação dos seguintes projetos.

O trecho descrito refere-se ao começo de:

 

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2911036 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-GO

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item, a respeito da correspondência oficial.

São possíveis destinatários de uma comunicação oficial o público, uma instituição privada e outro órgão ou outra entidade pública.

 

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2911035 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-GO

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item, a respeito da correspondência oficial.

O emprego de frases curtas desfavorece a clareza na redação de textos oficiais.

 

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2906480 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Assinale a alternativa incorreta:
 

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2906479 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Assinale a alternativa que apresenta a alternativa incorreta:
 

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2906224 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: CORE-DF
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Luz de lanterna, sopro de vento

Tendo o marido partido para a guerra, na primeira noite da sua ausência a mulher acendeu uma lanterna e pendurou-a do lado de fora da casa. “Para trazê-lo de volta” murmurou. E foi dormir.

Mas, ao abrir a porta na manhã seguinte, deparou-se com a lanterna apagada. “Foi o vento da madrugada” pensou olhando para o alto como se pudesse vê-lo soprar.

À noite, antes de deitar, novamente acendeu a lanterna que a distância deveria indicar ao seu homem o caminho de casa.

Ventou de madrugada. Mas era tão tarde e ela estava tão cansada que nada ouviu, nem o farfalhar das árvores, nem o gemido das frestas, nem o ranger das argolas da lanterna. E de manhã surpreendeu-se ao encontrar a luz apagada.

Naquela noite, antes de acender a lanterna, demorou-- se estudando o céu límpido, as claras estrelas. “Na certa não ventará” disse em voz alta, quase dando uma ordem. E encostou a chama do fósforo no pavio.

Se ventou ou não, ela não saberia dizer. Mas antes que o dia raiasse não havia mais nenhuma luz, a casa desaparecia nas trevas.

Assim foi durante muitos e muitos dias, a mulher sem nunca desistir acendendo a lanterna que o vento, com igual constância apagava.

Talvez meses tivessem passado quando num entardecer, ao acender a lanterna, a mulher viu ao longe recortada contra a luz que lanhava em sangue o horizonte, a silhueta escura de um homem a cavalo. Um homem a cavalo que galopava na sua direção.

Aos poucos, apertando os olhos para ver melhor, distinguiu a lança erguida ao lado da sela, os duros contornos da couraça. Era um soldado que vinha. Seu coração hesitou entre o medo e a esperança. O fôlego se reteve por instantes entre lábios abertos. E já podia ouvir os cascos batendo sobre a terra, quando começou a sorrir. Era seu marido que vinha.

Apeou o marido. Mas só com um braço rodeou-lhe os ombros. A outra mão pousou na empunhadura da espada. Nem fez menção de encaminhar-se para a casa.

Que não se iludisse. A guerra não havia acabado. Sequer havia acabado a batalha que deixara pela manhã. Coberto de poeira e sangue, ainda assim não havia vindo para ficar. “Vim porque a luz que você acende à noite não me deixa dormir” disse-lhe quase ríspido. “Brilha por trás das minhas pálpebras fechadas, como se me chamasse. Só de madrugada depois que o vento sopra posso adormecer.”

A mulher nada disse. Nada pediu. Encostou a mão no peito do marido, mas o coração dele parecia distante, protegido pelo couro da couraça. “Deixe-me fazer o que tem de ser feito, mulher” disse sem beijá-la. De um sopro apagou a lanterna. Montou a cavalo, partiu. Adensavam-se as sombras, e ela não pode sequer vê-lo afastar-se contra o céu.

A partir daquela noite, a mulher não acendeu mais nenhuma luz. Nem mesmo a vela dentro de casa, não fosse a chama acender-se por trás das pálpebras do marido.

No escuro, as noites se consumiam rápidas. E com elas carregavam os dias, que a mulher nem contava. Sem saber ao certo quanto tempo havia passado, ela sabia, porém, que era tanto.

E, passado num final de tarde em que a soleira da porta despedia-se da última luz no horizonte, viu desenhar-se lá longe a silhueta de um homem. Um homem a pé que caminhava na sua direção. Protegeu os olhos com a mão para ver melhor e, aos poucos, porque o homem avançava devagar, começou a distinguir a cabeça baixa, o contorno dos ombros cansados. Contorno doce, sem couraça, retendo o sorriso nos lábios – tantos homens haviam passado sem que nenhum fosse o que ela esperava. Ainda não podia ver-lhe o rosto, oculto entre a barba e o chapéu, quando deu o primeiro passo e correu ao seu encontro, liberando o coração. Era seu marido que voltava da guerra.

Não precisou perguntar-lhe se havia vindo para ficar. Caminharam até a casa. Já iam entrar. Quando ele se reteve. Sem pressa voltou-se, e, embora a noite ainda não tivesse chegado, acendeu a lanterna. Só entrou com a mulher. E fechou a porta.

(COLASANTI, Marina. Luz de lanterna, sopro de vento. In: Um espinho de marfim e outras histórias. Porto Alegre: L&PM. p. 39, 1999. Adaptado.)

A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e nos expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade. Considerando que a clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial, são características deste atributo da redação oficial, EXCETO:
 

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