A partir de 1960, na Psiquiatria, com a herança do tratamento moral somada a uma nova concepção de maior cientificidade da profissão, foi estabelecido um outro modo de atuação da Terapia Ocupacional.
Durante todo o processo terapêutico ocupacional, os profissionais estão continuamente desenvolvendo o raciocínio clínico sobre o desempenho ocupacional de cada cliente. O raciocínio clínico permite aos profissionais:
A respeito das avaliações de crianças e adolescentes utilizadas
pelos terapeutas ocupacionais, julgue os itens subsequentes.
A PEDI (Pediatric Evaluation of Disability Inventory)
avalia a capacidade funcional e o desempenho de crianças
e adolescentes com deficiência nos domínios de autocuidado,
mobilidade e cognição, com ênfase nos componentes
de desempenho.
A respeito das avaliações de crianças e adolescentes utilizadas
pelos terapeutas ocupacionais, julgue os itens subsequentes.
O teste de Denver II, ferramenta de triagem para crianças
com até onze anos e onze meses de idade, avalia quatro áreas:
pessoal-social, cognição, linguagem e motor grosso.
A respeito das avaliações de crianças e adolescentes utilizadas
pelos terapeutas ocupacionais, julgue os itens subsequentes.
A Medida de Independência Funcional para Crianças
(WeeFIM) avalia a habilidade para desempenho de atividades
de autocuidado, mobilidade e execução de tarefas cognitivas.
A respeito das avaliações de crianças e adolescentes utilizadas
pelos terapeutas ocupacionais, julgue os itens subsequentes.
A avaliação do desenvolvimento Bayley III, que visa
identificar atrasos de desenvolvimento em múltiplas áreas,
é um questionário aplicado a pais e cuidadores de crianças
com idade entre um mês e sessenta e seis meses.
Julgue os próximos itens, a respeito do tratamento de pacientes
adultos com afecções neurológicas em fase aguda. O conceito neuroevolutivo e o modelo de Bruunnstrom
são abordagens adotadas na intervenção com foco em
componentes de desempenho.