Gabriela é a administradora dos bancos de dados gerenciados
pelo PostgreSQL de uma instituição. Ela está monitorando o
espaço em disco utilizado por algumas tabelas dos bancos de
dados por meio da inspeção do catálogo do sistema, que foi
recentemente atualizado por outra operação.
Gabriela está usando o seguinte comando SQL:
Durante uma manutenção de rotina, a equipe de banco de dados
Oracle da Comissão de Valores Mobiliários identificou que uma
tablespace de sistema estava com um crescimento
descontrolado. Ao refinar a pesquisa, observou que os registros
de auditoria ainda estavam com a sua tablespace default.
Conforme a documentação de melhores práticas da Oracle, é
recomendado que seja criada uma tablespace específica para os
dados de auditoria e que estes sejam removidos da tablespace:
Davi, um Database Administrator (DBA) que trabalha na
Comissão de Valores Mobiliários, identificou, em sua base de
dados SQL Server, que muitas operações efetuadas no banco não
tinham rastreamento. Com o objetivo de identificá-las, ele iniciou
a configuração de auditoria dos dados iniciando com as
operações CREATE, ALTER e DROP para qualquer objeto de
servidor.
Os itens de auditoria a serem configurados por Davi formam um
grupo de ações chamadas:
Anualmente, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) efetua a
contratação da empresa X para executar uma auditoria em sua
base de dados, de forma a manter a segurança e conformidade.
Entretanto, a CVM efetuou a contratação da empresa Y apenas
seis meses após a última auditoria. Essa empresa terá uma
abordagem mais direcionada, concentrando-se em áreas críticas
do banco de dados.
Logo, a empresa Y deverá assinar com a CVM um contrato de
execução de uma auditoria do tipo:
Karen está atuando junto à Comissão de Valores Mobiliários
(CVM) para a melhoria da performance das consultas aos bancos
de dados. Após algumas verificações, ela chegou à conclusão de
que o banco deveria executar sua indexação das linhas de uma
tabela com base no resultado da chamada de alguma função
especificada sobre os valores das linhas, em vez de indexar com
base nos valores em si.
Isso significa que os índices criados por Karen deverão ser índices:
Lara trabalha em uma empresa aérea e todos os dias, às 17:00, é
gerado por ela um relatório com o número total de reservas em
todos os voos de sua companhia. Porém, ao apresentar o
relatório ao seu encarregado, ela vem notando que o número
total tem mostrado inconsistências. O relatório calculava
incorretamente a quantidade de reservas, pois pegava alguns
dados de antes do cálculo do número total e outros de depois
desse cálculo.
Lara pesquisou o problema na transação e o identificou como:
João trabalha na filial de uma multinacional no Rio de Janeiro
(GMT-3) e recebeu alguns relatórios da sede da empresa
localizada na Califórnia (GMT-8). Durante a verificação, João
identificou uma tabela com uma coluna que trazia informações
de timestamp e timezone da sua filial e não da sede onde o
relatório havia sido gerado. João entrou em contato com a sede
para relatar o ocorrido, pois, se o relatório foi feito na Califórnia,
deveria estar com as configurações de timestamp e timezone da
sede. Entretanto, a sede da empresa informou que tabela
anexada ao relatório teve seu campo definido como: