No Estado de Alagoas, a pecuária leiteira tem impulsionado a economia regional, mas os produtores ainda precisam aprimorar técnicas que minimizem os custos de produção na cadeia produtiva. O uso da ureia pecuária na dieta de ruminantes surgiu como alternativa para baratear o suprimento de proteína de baixo custo aos rebanhos, a partir de NNP (Nitrogênio Não Proteico). No entanto, essa prática sugere conhecimento e precauções, pois o mal uso da ureia pode causar intoxicação no rebanho.
Dadas as afirmativas sobre a epidemiologia e o tratamento da intoxicação por ureia dietética em bovinos,
I. O consumo de ração ou sal mineral contendo ureia em cochos expostos a chuvas é fator de risco para a intoxicação por ureia.
II. A falta e/ou a perda de adaptação do rebanho à ureia pode ser fator de risco para a intoxicação.
III. Em casos de suspeita de intoxicação por ureia dietética, recomenda-se retirar a fonte de ureia, administrar aproximadamente 5 (cinco) litros de solução de ácido acético (5%) por via oral ou infusão ruminal, repetindo-se o ciclo aproximadamente, a cada 3h, conforme o caso.
IV. Dietas ricas em carboidratos fermentáveis é um fator de risco para intoxicação por ureia.
verifica-se que está/ão correta/s