Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 65 anos de idade, diabética, hipertensa e
obesa, com dengue confirmada por NS1, foi transferida da
UPA para a UTI. No momento, encontra-se na fase de
defervescência (sexto dia de evolução da arbovirose).
A paciente foi submetida a reposição volêmica e transfusões
de hemocompoentes. O plantonista optou pela intubação,
instalando noradrenalina 0,5 mcg/kg/min e vasopressina 0,03
U/min. No momento antes da intubação, foram coletados
exames, com os seguintes resultados: Creatinina = 2,26
mg/dL, Ureia = 61 mg/dL, Potássio = 5,1 mmol/L, Hb = 6,0
g/dL, hematócrito = 18%, plaquetas = 42.000, leucócitos
15.000, linfócitos = 3600, pH = 6.7, pCO2 = 34.3, pO2 = 46,
Bicarbonato = 5, BE = -26.7, lactato de 20 mmol/L, glicose =
115, sódio = 148, cloro = 100 e albumina de 2.0.
O plantonista, ao decidir pela intubação, teria como melhor
opção mais assertiva, na sequência rápida de intubação, os
medicamentos