Sobre o manejo anestésico de suínos, assinale a alternativa correta.
Em suínos de maior porte, é indicado induzir a anestesia com um anestésico injetável, intubar o animal e manter a anestesia com um agente inalatório. A potência dos anestésicos voláteis parece menor em suínos do que em outros mamíferos de laboratório, portanto são necessárias concentrações ligeiramente mais altas para indução e manutenção.
Foi demonstrado que um pequeno número de suínos desenvolve hipertermia maligna em resposta aos anestésicos injetáveis, e, sempre que houver necessidade de anestesiar algum animal, estes devem ser primeiramente testados com marcadores genéticos e selecionados aqueles que apresentem baixa incidência desse problema.
O sinal mais precoce da ocorrência de hipertermia maligna observado pelo anestesista durante a monitorização transoperatória é a queda da saturação de O2 na hemoglobina (SpO2).
A anestesia deve ser mantida utilizando um sistema respiratório Magill para animais menores (< 10 kg). Para animais maiores (50-150 kg), deve-se utilizar o sistema de Bain para reduzir as taxas de fluxo de gás necessárias.
A intubação orotraqueal em suínos é complicada pela dificuldade de se obter uma visão clara da laringe e pela anatomia laríngea que tende a obstruir a passagem do tubo, sendo indicada para suporte desses animais apenas a oxigenação pré e a pós-anestésica por meio de máscara.
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