A subida de Hitler ao poder na Alemanha estava claramente vinculada aos grandes consórcios capitalistas. As grandes usinas Krupp, poderosa empresa fabricantes de armas, passaram a receber importantes encomendas dentro do plano de reconstrução do exército alemão. A indústria química I. G. Farben recebia encomendas para a produção de gasolina e borracha, transformando- se, por essa época, na maior empresa química do mundo. A relação entre Estado militarista, que se estruturava, e os grandes consórcios capitalistas adequava-se perfeitamente às necessidades de superação da crise que atingia profundamente o capitalismo mundial.
(Adaptado de: PEDRO, Antonio. A Segunda Guerra Mundial. São Paulo: Atual, 1994. Apud: KOSHIBA, L. e PEREIRA, D. História. Geral e Brasil. São Paulo: Atual, 2004, p. 330)
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