Um paciente de 60 anos de idade está internado há 51 dias na cidade de Bauru (SP), por causa de regurgitação alimentar e obstrução intestinal. Apresentava história de outras internações há quatro meses, sendo diagnosticado com doença de Chagas, na forma crônica, com megacólon e megaesôfago. Relatou que sofreu queda do estado geral há seis meses e deficit ponderal de aproximadamente 12 kg em quatro meses, associados à dificuldade de deglutição desde a infância. Relatou ter residido em casa de pau a pique quando criança. Ao exame clínico, apresentava-se emagrecido, descorado (+3/+4), sem edemas, com diminuição da força, fecaloma e obstrução intestinal. O laudo do esofagograma baritado indicou grande aumento no diâmetro e retenção substancial de contraste; esôfago hipotônico com atividade motora fraca ou ausente. Quatro estágios da doença de Chagas são reconhecidos com base nos achados do esôfago de bário, observando-se o grau de megaesôfago e a gravidade das anormalidades motoras.
Com base no exposto, o laudo do exame pertence ao estágio