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Um paciente deu entrada no hospital após ser agredido em um assalto e sofrer perfuração por arma branca (PAB), com duas feridas evidentes de faca: uma localizada no hemitórax direito, próximo ao esterno, e outra na região subcostal esquerda, na transição toracoabdominal. Não possui outras lesões aparentes além das já mencionadas. Ao exame físico, encontra-se consciente, orientado, cooperativo, eupneico em ar ambiente, com FC = 88 bpm e PA = 120 mmHg x 80 mmHg. Na inspeção e palpação, verificaram-se duas feridas perfurantes visíveis, uma no hemitórax direito justaesternal e outra na região subcostal esquerda. Não há sangramento ativo visível externamente. À palpação da região torácica, não foram constatados crepitações ou enfisema subcutâneo. A auscultação pulmonar era simétrica, sem ruídos adicionais. Notou-se abdome levemente distendido, doloroso à palpação na região subcostal esquerda, sem sinais de irritação peritoneal evidentes ao exame inicial. A ultrassonografia (USG) E-FAST realizada evidenciou sinal de “código de barras”.

Considerando que o paciente evoluiu com piora da ausculta sendo abolida à esquerda e presença do sinal do “código de barras” no ultrassom FAST, assinale a alternativa que corresponde às condições e ao tratamento desse paciente.

 

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Um paciente deu entrada no hospital após ser agredido em um assalto e sofrer perfuração por arma branca (PAB), com duas feridas evidentes de faca: uma localizada no hemitórax direito, próximo ao esterno, e outra na região subcostal esquerda, na transição toracoabdominal. Não possui outras lesões aparentes além das já mencionadas. Ao exame físico, encontra-se consciente, orientado, cooperativo, eupneico em ar ambiente, com FC = 88 bpm e PA = 120 mmHg x 80 mmHg. Na inspeção e palpação, verificaram-se duas feridas perfurantes visíveis, uma no hemitórax direito justaesternal e outra na região subcostal esquerda. Não há sangramento ativo visível externamente. À palpação da região torácica, não foram constatados crepitações ou enfisema subcutâneo. A auscultação pulmonar era simétrica, sem ruídos adicionais. Notou-se abdome levemente distendido, doloroso à palpação na região subcostal esquerda, sem sinais de irritação peritoneal evidentes ao exame inicial. A ultrassonografia (USG) E-FAST realizada evidenciou sinal de “código de barras”.

Tendo em vista o mecanismo de trauma e os achados ao exame físico do caso clínico apresentado, é mais provável que tenha ocorrido

 

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Um paciente deu entrada no hospital após ser agredido em um assalto e sofrer perfuração por arma branca (PAB), com duas feridas evidentes de faca: uma localizada no hemitórax direito, próximo ao esterno, e outra na região subcostal esquerda, na transição toracoabdominal. Não possui outras lesões aparentes além das já mencionadas. Ao exame físico, encontra-se consciente, orientado, cooperativo, eupneico em ar ambiente, com FC = 88 bpm e PA = 120 mmHg x 80 mmHg. Na inspeção e palpação, verificaram-se duas feridas perfurantes visíveis, uma no hemitórax direito justaesternal e outra na região subcostal esquerda. Não há sangramento ativo visível externamente. À palpação da região torácica, não foram constatados crepitações ou enfisema subcutâneo. A auscultação pulmonar era simétrica, sem ruídos adicionais. Notou-se abdome levemente distendido, doloroso à palpação na região subcostal esquerda, sem sinais de irritação peritoneal evidentes ao exame inicial. A ultrassonografia (USG) E-FAST realizada evidenciou sinal de “código de barras”.

Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta inicial para o manejo desse paciente.

 

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Um paciente deu entrada no hospital após ser agredido em um assalto e sofrer perfuração por arma branca (PAB), com duas feridas evidentes de faca: uma localizada no hemitórax direito, próximo ao esterno, e outra na região subcostal esquerda, na transição toracoabdominal. Não possui outras lesões aparentes além das já mencionadas. Ao exame físico, encontra-se consciente, orientado, cooperativo, eupneico em ar ambiente, com FC = 88 bpm e PA = 120 mmHg x 80 mmHg. Na inspeção e palpação, verificaram-se duas feridas perfurantes visíveis, uma no hemitórax direito justaesternal e outra na região subcostal esquerda. Não há sangramento ativo visível externamente. À palpação da região torácica, não foram constatados crepitações ou enfisema subcutâneo. A auscultação pulmonar era simétrica, sem ruídos adicionais. Notou-se abdome levemente distendido, doloroso à palpação na região subcostal esquerda, sem sinais de irritação peritoneal evidentes ao exame inicial. A ultrassonografia (USG) E-FAST realizada evidenciou sinal de “código de barras”.

A transição toracoabdominal é uma área localizada

 

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Uma paciente de 67 anos de idade procurou atendimento médico relatando dor abdominal significativa, plenitude gástrica que se agrava após as refeições. Ela menciona um histórico pregresso de colelitíase, mas sem acompanhamento regular ou tratamento específico. Além disso, relata episódios anteriores de pancreatite, sem detalhar a frequência ou a gravidade desses episódios. Ao exame físico, apresenta-se em estado geral conservado, porém descreve desconforto. Menciona que a dor abdominal é mais intensa na região epigástrica e no quadrante superior esquerdo, com irradiação para as costas, característica que pode estar associada a problemas pancreáticos. Não há sinais evidentes de icterícia. Demonstra desconforto à palpação profunda em regiões abdominais, mas sem sinais de peritonite. Após realizar exames complementares, tomografia computadorizada (TC) de abdome revelou a presença de uma lesão cística no corpo e na cauda do pâncreas, com dimensões de 90 mm x 70 mm, características de paredes finas e aparência de “favos de mel”. Não há evidência de invasão de estruturas adjacentes ou metástase a distância, e a tomografia de tórax mostrou-se dentro da normalidade.

Qual lesão cística pancreática apresenta fluido de baixa viscosidade e os menores níveis de amilase e CEA?

 

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Uma paciente de 67 anos de idade procurou atendimento médico relatando dor abdominal significativa, plenitude gástrica que se agrava após as refeições. Ela menciona um histórico pregresso de colelitíase, mas sem acompanhamento regular ou tratamento específico. Além disso, relata episódios anteriores de pancreatite, sem detalhar a frequência ou a gravidade desses episódios. Ao exame físico, apresenta-se em estado geral conservado, porém descreve desconforto. Menciona que a dor abdominal é mais intensa na região epigástrica e no quadrante superior esquerdo, com irradiação para as costas, característica que pode estar associada a problemas pancreáticos. Não há sinais evidentes de icterícia. Demonstra desconforto à palpação profunda em regiões abdominais, mas sem sinais de peritonite. Após realizar exames complementares, tomografia computadorizada (TC) de abdome revelou a presença de uma lesão cística no corpo e na cauda do pâncreas, com dimensões de 90 mm x 70 mm, características de paredes finas e aparência de “favos de mel”. Não há evidência de invasão de estruturas adjacentes ou metástase a distância, e a tomografia de tórax mostrou-se dentro da normalidade.

Em relação ao caso clínico citado, assinale a alternativa que indica a conduta a ser adotada.

 

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Uma paciente de 67 anos de idade procurou atendimento médico relatando dor abdominal significativa, plenitude gástrica que se agrava após as refeições. Ela menciona um histórico pregresso de colelitíase, mas sem acompanhamento regular ou tratamento específico. Além disso, relata episódios anteriores de pancreatite, sem detalhar a frequência ou a gravidade desses episódios. Ao exame físico, apresenta-se em estado geral conservado, porém descreve desconforto. Menciona que a dor abdominal é mais intensa na região epigástrica e no quadrante superior esquerdo, com irradiação para as costas, característica que pode estar associada a problemas pancreáticos. Não há sinais evidentes de icterícia. Demonstra desconforto à palpação profunda em regiões abdominais, mas sem sinais de peritonite. Após realizar exames complementares, tomografia computadorizada (TC) de abdome revelou a presença de uma lesão cística no corpo e na cauda do pâncreas, com dimensões de 90 mm x 70 mm, características de paredes finas e aparência de “favos de mel”. Não há evidência de invasão de estruturas adjacentes ou metástase a distância, e a tomografia de tórax mostrou-se dentro da normalidade.

Qual é a lesão cística mais frequente do pâncreas?

 

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Um paciente de 30 anos de idade, fumante, procurou atendimento médico relatando quadro de dor abdominal em mesogástrio, hematese, perda de peso (10 kg em três meses), hiporexia e astenia. Os exames laboratoriais realizados mostraram HB = 10, leuco = 9k, sem distúrbio eletrolítico. Refere melhora após o uso de digeplus. A endoscopia digestiva alta mostrou lesão ulcerada de 2 cm com bordas elevadas bem delimitadas em antro gastro. O exame anatomopatológico evidenciou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado e presença de H. pylori. A tomografia de tórax e abdome para estadiamento resultou sem sinais de implante secundário.

Atualmente o tratamento cirúrgico ideal do câncer gástrico envolve um grau de linfadenectomia. Com base no referido caso clínico, qual cadeia será poupada na linfadenectomia a D2?

 

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Um paciente de 30 anos de idade, fumante, procurou atendimento médico relatando quadro de dor abdominal em mesogástrio, hematese, perda de peso (10 kg em três meses), hiporexia e astenia. Os exames laboratoriais realizados mostraram HB = 10, leuco = 9k, sem distúrbio eletrolítico. Refere melhora após o uso de digeplus. A endoscopia digestiva alta mostrou lesão ulcerada de 2 cm com bordas elevadas bem delimitadas em antro gastro. O exame anatomopatológico evidenciou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado e presença de H. pylori. A tomografia de tórax e abdome para estadiamento resultou sem sinais de implante secundário.

Considerando o caso clínico apresentado, assinale a alternativa que indica a melhor opção cirúrgica e o ramo arterial que é poupado durante essa cirurgia.

 

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Um paciente de 30 anos de idade, fumante, procurou atendimento médico relatando quadro de dor abdominal em mesogástrio, hematese, perda de peso (10 kg em três meses), hiporexia e astenia. Os exames laboratoriais realizados mostraram HB = 10, leuco = 9k, sem distúrbio eletrolítico. Refere melhora após o uso de digeplus. A endoscopia digestiva alta mostrou lesão ulcerada de 2 cm com bordas elevadas bem delimitadas em antro gastro. O exame anatomopatológico evidenciou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado e presença de H. pylori. A tomografia de tórax e abdome para estadiamento resultou sem sinais de implante secundário.

Qual fator tem sido associado a um aumento no risco de desenvolver câncer gástrico?

 

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