A segunda grande diretriz da política econômica do Estado, ao longo das décadas de 1930 e 1940, foi a definição de um novo papel para a agricultura. O Estado procurou transformar a agricultura de alimentos em coadjuvante do processo de industrialização, incentivando a expansão de fronteiras agrícolas que produzissem gêneros básicos a baixos preços. Combinando o acesso a terras novas com sua ocupação por trabalhadores integrados a regimes de trabalho não capitalistas, tais frentes geravam um excedente temporário de arroz, feijão ou milho que, por sua barateza, contribuíam para o rebaixamento do custo de reprodução da força de trabalho urbana.
De acordo com a autora, considerando o contexto apresentado pelo fragmento, a diretriz descrita