Considere o texto abaixo:
Perplexo, Charles Chaser examinou os relatórios de estoque dos centros de distribuição de sua empresa, em uma manhã de quarta-feira em meados de março. De acordo com o material impresso pelo computador, os estoques do esmalte para unhas Rose Awakening Cutex estavam em uma defasagem de três dias, muito abaixo das três semanas e meia que a Chesebrough-Pond's tentava manter. Mas Chaser sabia que a fábrica de Jefferson City (Missouri) havia expedido 346 dúzias de vidros de esmalte dois dias antes. “O Rose Awakening deve estar voando das prateleiras”, ele pensou. Chaser então sentou-se ao computador e digitou instruções para a linha de produção aumentar o número de vidros de esmalte para 400 na quinta-feira pela manhã.
Dia comum na vida de um gerente de produção, não é? Apenas um detalhe: Chaser não é um administrador. Ele é um operário – oficialmente, um “coordenador de linha” –, um entre centenas que utilizam a rede de computadores rotineiramente para rastrear as expedições, programar suas próprias cargas de trabalho e realizar funções que costumavam ser exclusivas dos gerentes. (Trecho extraído da Revista Business Week, In ROBBINS, S. P. Comportamento organizacional. 9. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002, p. 405-406.)
Com base nesse texto, é correto afirmar: