Apesar dos vários tratamentos disponíveis, é questionável o fato de que muitas pacientes mulheres não procurarem solução para seu distúrbio. Recentemente, apontou-se que as brasileiras consideram a perda urinária algo comum e um feito normal da vida, não havendo necessidade de trata-la. Inclusive, é comum que o próprio médico informe à mulher de que o seu problema não necessita tratamento. Uma possível explicação para que a fisioterapia não esteja ainda implementada no sistema de saúde da mulher é a de que há o desconhecimento por parte dos próprios profissionais de saúde de que a fisioterapia é mais do que uma simples opção, mas o ponto do algoritmo de tratamento para incontinência urinária preconizado pela International Continence Society (ICS) e OMS.
STEIN et al. Rev. Ciênc. Méd. 2018;27(2):65-72.
A respeito das disfunções e do tratamento fisioterapêutico na saúde da mulher, julgue os itens a seguir:
Pacientes com incontinência urinária de esforço possuem alterações na ativação somente dos músculos do assoalho pélvico durante as manobras de Valsalva, sugerindo deficiência de ativação muscular nas diferentes atividades.