A disfunção do assoalho pélvico tem como consequência a incontinência urinária, a incontinência fecal, a incontinência de flatos, as distopias genitais, as anormalidades do trato urinário inferior, as disfunções sexuais, a dor pélvica crônica e (ou) os problemas menstruais. Atualmente, essa disfunção é considerada um problema de saúde pública, nomeadamente a incontinência urinária, tida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um problema de saúde pública, que afeta mais de 200 milhões de pessoas em todo mundo.
STEIN et al. Rev. Ciênc. Méd. 2018;27(2):65-72
Observando o impacto que os sintomas da disfunção do assoalho pélvico podem causar, julgue os itens a seguir sobre o contexto fisiopatológico:
A pelve é constituída por estruturas de sustentação: diafragma pélvico e urogenital e as fáscias pélvicas. Dessa maneira, sua organização em grande quantidade é de fibras de contração lenta e em menor quantidade de contração rápida, com isso todas as partes são de grande relevância, tanto no suporte e na manutenção das estruturas pélvicas quanto em suas composições fisiológicas.