Paciente T., 4 anos e 2 meses, sexo masculino. Vem ao
consultório acompanhado dos pais, que relatam que paciente está se desenvolvendo bem, porém faz “xixi na
cama” de noite, cerca de 2 vezes na semana. Pais relatam que o desfralde diurno aconteceu pouco antes dos
2 anos de idade, tendo a criança adquirido rápido controle esfincteriano tanto para urina quanto fezes. Porém
os escapes noturnos acontecem desde então, o que os
deixa preocupados e cansados com a limpeza. T. está se
desenvolvendo bem em todos os aspectos, sem outras
queixas ou comorbidades clínicas ou neurológicas, sem
uso contínuo de medicações.
É possível afirmar, em relação a T., que
É possível afirmar, em relação a T., que