Leia o excerto a seguir:
“O poder de abrangência da televisão é uma certeza inquestionável: chega a lugares próximos e distantes, levando adiante informações, entretenimento e ideologias. No Brasil, país de dimensões continentais, ela alcança a todos. De norte a sul, seja qual for o estatuto econômico, social e cultural dos indivíduos, é comum a televisão estar inserida em seu cotidiano, com um espaço privilegiado.
Vale ressaltar o viés democratizante que, em um primeiro olhar, parece se sobressair quando pensamos em televisão. Se chega para todos, leva todas as formas de ver e entender o mundo, favorecendo o olhar crítico. No entanto, quando notamos o monopólio do controle dos meios de comunicação no país e o favorecimento, dessarte, da manipulação da opinião pública por meio dos produtos que circulam nesse espaço, entendemos que não é o que acontece. [...]”
OLIVEIRA, Eliane Vitorino de Moura. A reprodução de falares pelas novelas brasileiras: se faz rir, não nos representa. Rev. Bras. Linguíst. Apl., v. 22, n. 4, p. 933-953, 2022. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1984-6398202218436. Acesso em: 01 nov. 2023.
Os conectivos grifados nesse excerto podem ser respectivamente substituídos, sem que se altere o valor semântico do enunciado, por: