Atualmente a ressonância magnética do canal anal é o padrão ouro
para a determinação dos trajetos fistulosos e planejamento
cirúrgico das fístulas anais, sendo a classificação de St. James a
mais usada.
Segundo esta classificação, uma fístula que apresenta o trajeto principal que, atravessando os esfíncteres anais interno e externo, é associada a uma coleção líquida de 1,5 cm localizada na fossa isquioanal esquerda, deve ser classificada como
Segundo esta classificação, uma fístula que apresenta o trajeto principal que, atravessando os esfíncteres anais interno e externo, é associada a uma coleção líquida de 1,5 cm localizada na fossa isquioanal esquerda, deve ser classificada como