O escravo negro tornado mercadoria do século XVI ao XIX, mercadoria absolutamente indispensável ao Brasil, não vem de um continente desorganizado, sem cultura, sem tradições, sem passado [...]. O escravo já existe nas sociedades muito hierarquizadas [...]
(MATOSO, K. Q., 1982, p. 24-25.)
Sobre o quadro que permitiu o sucesso do tráfico negreiro e sua dinâmica de funcionamento, podemos afirmar que: