Uma criança de 2 anos, sexo masculino, com diagnóstico de encefalopatia crônica não progressiva do tipo diplegia espástica, é acompanhada em um serviço de reabilitação. Apresenta atraso no desenvolvimento motor, aumento do tônus muscular nos membros inferiores, padrão de marcha em "tesoura" e dificuldade para manter o equilíbrio em ortostatismo. Durante a avaliação, observam-se reflexos primitivos parcialmente persistentes e limitações na dissociação de cinturas. Com base no caso clínico apresentado, assinale a alternativa CORRETA.