Jussara Hoffmann propõe, para a realização da avaliação, na perspectiva de construção, duas premissas fundamentais: confiança na possibilidade de o aluno construir as suas próprias verdades e valorização de suas manifestações e interesses. Para Hoffmann, o aparecimento de erros e dúvidas dos alunos, numa extensão educativa, é um componente altamente significativo ao desenvolvimento da ação educacional.
Segundo este trecho retirado do artigo da Revista Brasil Escola[1], podemos dizer que:
I- Para Hoffman, o erro do aluno sinaliza um erro de percurso que desafia o professor em seu fazer educativo. O erro do aluno faz com que o professor repense suas ações e ofertas, já que ele evidencia que suas propostas não foram adequadas à aprendizagem do aluno.
II- Hoffman defende o erro do aluno e acredita que ele não deve ser corrigido pelo professor, já que, no modelo democrático da educação, com base no construtivismo piagetiano, os erros não devem ser corrigidos, uma vez que o aluno precisa ele mesmo dar-se conta do seu processo de aprendizagem e não sentir que está sendo punido pelo erro. Nessa visão, o professor apenas acompanha o percurso do aluno sem realizar mediações, correções e muito menos punições.
III- Hoffman defende que o erro pode ser um ponto de partida para a avaliação, já que a partir dele o professor pode prestar mais atenção no que foi oferecido e no que ele pode vir a oferecer aos seus alunos. Ou seja, atitudes que dependem da observação, do registro e do acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem.
Sobre as afirmativas, podemos concluir:
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