O verso "e à mente apavora o que ainda não é mesmo velho" revela:
A ânsia do ser humano pela renovação.
A aversão a tudo o que já é velho e desgastado.
A procura incessante do homem que, como um ser mutante, busca sempre uma emoção nova.
A resistência do homem àquilo que rompe com os padrões já incorporados.
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