Uma criança alegre de 5 anos de idade, comunicativa, alegre, que sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) no período neonatal. Apresenta hemiparesia à D, com predomínio braquiofacial, além de hipertonia e fraqueza no hemicorpo parético. Deambula de forma independente com órtese tornozelo-pé, mas apresenta quedas com frequência.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O processo de avaliação de crianças com hemiparesias e outras condições de saúde contemplava, no passado, principalmente, uma avaliação focada nas funções e estruturas do corpo, como tônus muscular, reflexos ou reações. Nas últimas décadas, porém, sobretudo em uma “era pós CIF”, as avaliações tiveram seu foco modificado, onde as funcionalidades e as incapacidades são norteadoras desse processo.