“Apesar da ênfase dada à agroexportação, a economia colonial não se esgotava nas plantations de açúcar voltadas para o mercado europeu. A consolidação da plantação representou também, (...) a consolidação da lavoura e da pecuária voltadas para o mercado interno colonial. (...)
Da mesma forma, apesar de a produção da América portuguesa contribuir decisivamente para o sustento de Portugal, isso não significa que tal produção atendesse exclusivamente às necessidades do mercado europeu.”
(FRAGOSO, FLORENTINO e FARIA. João, Manolo e
Sheila de Castro. A economia colonial brasileira (séculos XVI – XIX). Atual Editora. SP. 1998. pp. 49 e 50.)
Remontando ao passado colonial do Brasil, em especial durante os séculos XVI e XVII, período em que a economia açucareira predominava, a prioridade exportadora acabava interferindo diretamente na vida da sociedade colonial, pois: