Procuremos examinar com especial destaque o processo de monumentalização a que foram submetidos o evento e suas fontes e, a partir daí, propor novas linhas de interpretação. Termos como rebelião, revolta e motim, quando referidos a seu tempo e analisados no contexto do século XVIII, comportam significados relativamente diversos e polissêmicos em relação a seu uso contemporâneo.
(João Pinto Furtado, Imaginando a nação: o ensino de história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em: Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (orgs.), Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História)
Furtado entende que, na sociedade do século XVIII, a rebelião, a revolta ou o motim