“O caráter ético da(s) tecnologia(s) educacional (is) não vem estabelecido per se, pelo contrário, a sua bondade ou perversidade será o resultado da intencionalidade de seus promotores, projetistas e, em última instância, das pretensões de seus usuários.” (Sancho, 1998)
O trecho acima nos permite afirmar que a tecnologia educacional