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756394 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: PROMUN
Orgão: IF-TM

Carlos Drummond de Andrade, grande escritor do segundo tempo modernista, apresenta várias linhas poéticas, presentes nos fragmentos a seguir.

I. Infância
“Meu pai montava a cavalo, ia para o campo,
minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.”

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma poesia. In: CAMPEDELLI, Samira Youssef &

SOUZA, Jésus Barbosa. Literaturas Brasileira e Portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2000.)

II. Amar
“Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
(...)”

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Claro enigma. In: CAMPEDELLI, Samira

Youssef & SOUZA, Jésus Barbosa. Literaturas Brasileira e Portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2000.)

III. Os ombros suportam o mundo
“Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor é inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.”

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo. In: CAMPEDELLI, Samira

Youssef & SOUZA, Jésus Barbosa. Literaturas Brasileira e Portuguesa. São Paulo: Saraiva, 2000.)

Os fragmentos relacionados acima apresentam, respectivamente, as linhas poéticas:

 

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