Magna Concursos
1988226 Ano: 2020
Disciplina: História
Banca: SELECON
Orgão: Pref. São José Quatro Marcos-MT
Provas:

"A formação de uma frente constituída por forças de natureza diversa não responde, por si só, à questão de que classe ou fração substitui no poder a burguesia cafeeira. (...) Uma análise sumária dos primeiros sete anos do governo Vargas revela os traços essenciais desta composição de forças. A burguesia do café é apeada do Poder Central, abrindo-se a partir daí uma espécie de longa renúncia das classes dominantes de São Paulo à instância política. (...) Na área económica, embora retire o comando dos negócios cafeeiros da esfera estadual, com o esvaziamento das funções do Instituto do Café do Estado de São Paulo e a criação do Conselho Nacional do Café (1931), mais tarde Departamento Nacional do Café (1933), o governo não pode deixar de atender aos interesses do setor, pois o café, ainda que em crise, continuava a ser o núcleo fundamental da economia.

(FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930, História e Historiografia. Editora Brasiliense, 9a edição, SP, 1983. P. 104-105.)

Estudiosos da Revolução de 1930 afirmam que, apesar de afastados do centro do poder, os cafeicultores continuaram a ter seus interesses econômicos atendidos, haja vista a importância que o setor representava para a economia brasileira. Por exemplo, entre os anos de 1931 e 1937, as médias anuais das exportações brasileiras de café oscilaram entre 68,8% (em 1931) e (em 1937). Destacam-se como medidas adotadas pelo governo Vargas, em proteção ao setor cafeicultor:

 

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