A.B.D., 80 anos, está internada em uma unidade de terapia intensiva devido a um quadro agudo de descompensação cardíaca. Ao exame físico, apresenta estertores pulmonares, estase jugular e edema de membros inferiores. Sua frequência cardíaca é de 110 bpm. Refere dispneia mesmo em repouso e tosse seca. Ao realizar o eletrocardiograma, foi evidenciada uma hipertrofia ventricular.
Frente a esse quadro, o enfermeiro deve priorizar, na sua assistência,