No excerto, Eric Hobsbawm analisa as artes após 1950.
Todos tinham em comum um ceticismo essencial sobre a existência de uma realidade objetiva, e/ou a possibilidade de chegar a uma compreensão aceita dessa realidade por meios racionais. Todos tendiam a um radical relativismo. Todos, portanto, contestavam a essência de um mundo que se apoiava em crenças opostas, ou seja, o mundo transformado pela ciência e a tecnologia nela baseada, e a ideologia de progresso que o refletia.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Texto adaptado)
O texto trata dos