Silva e Dias (em Hutz, 2020, p. 250) declaram que “Nos
dias atuais, qualquer profissional que trabalhe ou preste
assistência em diversos níveis para famílias se depara
com a questão de gênero e necessariamente deve atualizar-se sobre os debates presentes na sociedade e os
que se edificam em seu órgão de classe e nos demais
que tenham afinidade com o escopo do seu trabalho”. No
caso de mudança de nome e de gênero de transgêneros
e transexuais, é correto afirmar que