Leia o texto a seguir e responda às questões 37 e 38.
Em busca de um método: as estratégias do fazer História
Falar de método é falar de um como, de uma estratégia, de abordagem, de um saber-fazer. Formulada a pergunta que constrói o tema como objeto a partir de um referencial teórico dado, como trabalhar os inícios ou traços que chegam desde o passado?
É a questão formulada, ou o problema que ilumina o olhar do historiador, que transforma os vestígios do passado em fonte ou documento, mas é preciso fazê-lo falar. Caso contrário, eles revelam somente a existência de um outro tempo, de um antigo, em que os homens falavam diferente, nesse país estranho do passado, como David Lowenthal, retornando as palavras de L.P. Hartley.
Mas, afinal, qual seria o método do historiador e, particularmente, esse método concebido pela História Cultural? (Pesavento, 2003)
Fonte: PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
Tendo como referência a temática das rebeliões na América portuguesa, analise as afirmativas a seguir.
I- Paulistas e emboabas se defrontaram, no final do século XVII, num sangrento combate por causa do comércio e enriquecimento dos mascates, que exploravam fortemente os senhores de engenho.
II- O monopólio do comércio do sal foi motivação, em 1710, para que um fazendeiro tenha levantado um motim em São Paulo, irado contra o aumento abusivo deste produto.
III- Uma das revoltas marcantes na América portuguesa se deu em Vila Rica, em 1720, liderada por Felipe dos Santos, que não concordava com a obrigatoriedade de levar o ouro extraído para Casas de Fundição, a fim de ser moldado em barras, marcado com selo real e tributado.
É CORRETO o que se afirma em: