Mulher de 59 anos, com síndrome de Sjögren primária
diagnosticada há nove anos, apresenta xerostomia e xeroftalmia
habitualmente estáveis. Procura o ambulatório porque percebeu
aumento progressivo e indolor da parótida esquerda há cerca de
dois meses. Nas últimas semanas, notou também um nódulo na
região cervical ipsilateral. Nega febre, odinofagia, secreção
purulenta oral ou dor à mastigação. Não houve melhora
espontânea do aumento glandular.
Ao exame, a parótida esquerda encontra-se aumentada, de consistência firme e indolor, e há linfonodo cervical de aproximadamente 2 cm, móvel e indolor. Hemograma e função renal estão preservados. A proteína C reativa é discretamente elevada. O complemento C4 está reduzido, há crioglobulinas séricas detectáveis e a eletroforese com imunofixação demonstra componente monoclonal IgM kappa de pequena magnitude.
Considerando a evolução clínica e os achados associados, assinale a conduta que deve ser priorizada.
Ao exame, a parótida esquerda encontra-se aumentada, de consistência firme e indolor, e há linfonodo cervical de aproximadamente 2 cm, móvel e indolor. Hemograma e função renal estão preservados. A proteína C reativa é discretamente elevada. O complemento C4 está reduzido, há crioglobulinas séricas detectáveis e a eletroforese com imunofixação demonstra componente monoclonal IgM kappa de pequena magnitude.
Considerando a evolução clínica e os achados associados, assinale a conduta que deve ser priorizada.
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