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1600554 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O mecanismo de lesão do traumatismo cranioencefálico (TCE) é classificado em lesão cerebral focal e lesão cerebral difusa, a primeira resultando em contusão, laceração e hemorragia intracraniana por trauma local direto. Já a segunda é causada por lesão axonal difusa e aumento do tamanho do cérebro, edema, pelo mecanismo de aceleração/desaceleração.

 

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Residência em Fisioterapia - Urgência/Trauma

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