Um homem, solteiro, 21 anos, morando com um irmão em Porto Alegre, foi internado na ala psiquiátrica de um hospital, apresentando queixas de violência em relação ao irmão, que também relatou ter observado o paciente fitando o espaço com expressão absorta e falando com pessoas invisíveis. A fala do paciente era incoerente e ele permaneceu agitado e não cooperativo por algumas semanas, no hospital.
Fez uso de farmacoterapia antipsicótica e não obteve melhora. Internado há cinco anos, apresenta quadro de mudez, não realiza nada espontaneamente, mas reage a solicitações simples. Permanece na mesma posição durante horas ou senta encurvado em um canto com expressão pétrea.
Essa história apresenta características que indicam possivelmente um quadro de