A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) está pautada no referencial teórico do modelo biopsicossocial e encoraja o fisioterapeuta a avaliar crianças e adolescentes além da disfunção física, considerando o impacto funcional sobre os níveis de atividade e de participação na sociedade, bem como o papel do ambiente e das características pessoais. O uso de instrumentos padronizados é importante por favorecer a mensuração e o acompanhamento dos resultados das intervenções de maneira confiável. Considere as afirmativas abaixo sobre CIF e os instrumentos de avaliação.
I - A Medida da Função Motora Grossa (GMFM) é uma medida de atividade, levando em conta as interferências de fatores ambientais sobre a função da criança durante a coleta e pontuando sempre o melhor desempenho apresentado por ela, sendo assim, uma medida de capacidade e não de performance, de acordo com a CIF.
II - Ao considerar a necessidade de auxílio para tarefas de permanência sentada e mobilidade, o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) considera os fatores ambientais preconizados pela CIF e como eles podem potencializar a função. O instrumento de avaliação ainda preconiza classificar o desempenho habitual da criança em casa, na escola e nos espaços comunitários.
III - No Teste Timed Up And Go (TUG), o termo equilíbrio funcional remete à capacidade de levantar-se, andar, retornar à cadeira e sentar-se, o que exige um controle sofisticado do equilíbrio e do movimento, envolvendo planejamento, início, execução e finalização de uma sequência integrada de movimentos.
Quais estão corretas?