Em uma universidade federal, a Reitoria decidiu implementar um programa formal
de inovação pedagógica, incentivando metodologias ativas, uso de tecnologias digitais e avaliação por
competências. Apesar dos treinamentos oferecidos e da reformulação do plano institucional, parte
significativa do corpo docente resiste às mudanças. Em reuniões internas,
observa-se que muitos professores demonstram, de forma implícita, a crença de que “o verdadeiro
ensino universitário exige aulas expositivas tradicionais” e que “o professor é a autoridade central e
incontestável do conhecimento”. Essas crenças não estão formalmente registradas em documentos
institucionais, mas influenciam fortemente as decisões e comportamentos dos docentes, dificultando
a implementação da mudança. À luz da teoria da Cultura Organizacional, esse nível cultural
corresponde a: