Pensar o currículo é pensar as instituições de ensino, a escola, as relações humanas e o conhecimento. Isso requer supor diferenças de perspectivas e de abordagens teóricas e práticas que perpassam concepções e modos de olhar para a escola, os sujeitos e as relações que nela acontecem. Mas ainda que tenhamos um olhar mais amplo para a composição dos referenciais curriculares, buscar pelo olhar “estereoscópio e dimensional para a profundidade das sombras históricas”, leva-nos a uma oposição sobre qualquer postura ou ação antidemocrática na condução das políticas educacionais. Isso significa, por exemplo, defender, de forma contundente, a abertura para o diálogo e a manutenção dessa prática sempre que colocarmos em pauta as organizações curriculares e as práticas escolares.
(Secretaria de Educação. Subsecretaria de Articulação das Políticas Educacionais. Referencial Curricular da Rede Municipal de Juiz de Fora. Juiz de Fora, 2020. Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/secretarias/se/escolas_municipais/curriculos/index.php.)
Na escola, os referenciais curriculares nacionais, estaduais e municipais tomam corpo por meio dos Projetos Político-Pedagógicos (PPPs). Nesse sentido, é correto afirmar que tais projetos: