O tipo de inter-relações que se estabelece entre professor e aluno e o papel que cada um desempenha no processo de ensino-aprendizagem num contexto de prática construtivista, exige pensar sistematicamente em formas plurais e variadas de intervenção. Nesse contexto, e considerando a ideia de aprendizagem como processo de construção compartilhada de significados em direção à conquista da autonomia, cabe ao professor favorecer interações que possam se dar em diferentes níveis: interações individuais (que o permitam intervir e auxiliar os alunos de modo mais específico), mas também em grupos (de modo a favorecer outras formas de diálogo, participação e negociação), por exemplo. Esse conjunto de interações baseadas na atividade conjunta dos professores e dos alunos encontra fundamento no seguinte arcabouço teórico:
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