Alforriados [...] certamente investiram em habilidades, em informações, em comportamentos, em práticas cotidianas, em sentimentos, para, tempos mais tarde, serem eles os escolhidos pelo proprietário moribundo, entre todos os outros companheiros, para, então, “ganharem” suas Cartas de Liberdade.
(PAIVA, Eduardo França. Escravos e libertos nas Minas Gerais do século
XVIII: estratégias de resistência através dos testamentos.
São Paulo: Annablume, 1995, p. 62.)
O excerto anterior discorre sobre algumas estratégias empregadas pelos escravos no Brasil colonial para a obtenção das cartas de alforria. Sobre tais estratégias e as práticas de alforria no Brasil colonial, assinale a afirmativa INCORRETA.